quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Rua Fernando Piteira Santos

Fernando Piteira Santos
(n.1918 m. 1992)

Jornalista, político, historiador e professor universitário, nasceu na Amadora, no seio de uma família de fortes convicções republicanas, e aí frequentou o ensino primário e secundário.

Licenciou-se em ciências histórico-filosóficas na Universidade Clássica de Lisboa, local onde regressará como professor, entre 1974 e 1988.

Membro do Comité Central do PCP entre 1941 e 1950, ano em que foi expulso a pretexto de uma falsa acusação de delação. Antifascista, oposicionista activo, conheceu os cárceres da ditadura tendo sido preso por três vezes.

Aproximou-se então da Resistência Republicana e Socialista, e acabaria por partir para o exílio no Norte de África, após o fracassado assalto ao Quartel de Beja em 1962, do qual participou.
Em Argel, foi um dos membros fundadores da Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN), desenvolvendo um trabalho importante com o objectivo de criar um movimento unitário de oposição ao regime salazarista.

Nomeado em Maio de 1974 Director -Geral da Cultura Popular e Espectáculos, exerce o cargo apenas por um mês.

Criou e dirigiu os Centros Populares 25 de Abril e em 1977 acompanha a fundação da associação Fraternidade Operária, criada por destacados dirigentes e militantes do PS, entre os quais Lopes Cardoso e César Oliveira, descontentes com o rumo político tomado pelo partido.

Foi director do Diário de Lisboa entre 1975 e 1989.

Fonte: Centro de Documentação 25 de Abril


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sinalética perigosa porque contraditória


Já que puseram o sinal vertical de proibição de virar à esquerda, porque é que os sinais horizontais, ou seja, as setas brancas para a esquerda, não foram apagadas do chão? (parece que foram ligeiramente raspadas, mas continuam a se notar quase a 100%)!!

Este comentário colocado no Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” (AQUI) vem ao encontro das preocupações que só agora tornamos públicas considerando (a) que os acabamentos referentes às alterações se não fazem de um momento para o outro e (b) que o tempo chuvoso tem impedido que esses acabamentos se concretizem.

Não podemos, nem queremos, deixar de agradecer os comentários deste nosso vizinho que, não obstante a discordância com as alterações de trânsito efectuadas, manifesta uma preocupação responsável com a existência de sinalética contraditória e, consequentemente, propicia a eventuais acidentes.

É imprescindível que a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro intervenham com urgência na rápida solução desta anómala contraditória sinalética.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. Ignorância das autoridades responsáveis e falta de cooperação dos moradores não poderão, no futuro, ser evocados.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Rua José Cardoso Pires

José Augusto Neves Cardoso Pires

José Cardoso Pires, (2 de Outubro de 1925 — 26 de Outubro de 1998). Escritor português. Nasceu em São João do Peso, Vila de Rei, onde viveu até ir para Lisboa) com os seus pais. Passou grande parte da sua infância e adolescência na capital, onde frequentou o Liceu Camões e foi aluno de Rómulo de Carvalho. Mais tarde ingressou no curso de Matemáticas Superiores na Faculdade de Ciências de Lisboa, que não chegou a concluir.

A sua experiência da vida boémia, da rua e da noite, resultou num conhecimento que transpõe para alguns dos seus textos (p. exemplo "Alexandra Alpha"). Foi oficial da Marinha Mercante (embora por pouco tempo), e realizou esporadicamente trabalhos como jornalista e redactor de publicidade até se dedicar definitivamente à escrita. Foi colaborador de várias publicações entre as quais a revista "Almanaque", "Diário de Lisboa", "Gazeta Musical e de Todas as Artes" e revista "Afinidades".

Foi sepultado em 1998 no Cemitério dos Prazeres em Lisboa.

No âmbito do programa que evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca da Câmara Municipal de Lisboa produziu uma curta-metragem intitulada "Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" , realizada por António Cunha (director da Videoteca) cuja narrativa baseou no "Lisboa; Livro de Bordo", no qual José Cardoso Pires reflecte o seu intenso amor por Lisboa e que, nesta derradeira obra da sua vida, exalta de forma extraordinária e tantas vezes comovente.

"Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" retira ao "Lisboa, Livro de Bordo" um conjunto de excertos que, seleccionados e "trabalhados" por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada "fotograma solto" se refere.





Livros

Os Caminheiros e Outros Contos (Contos), 1949
Histórias de Amor (Contos), 1952
O Anjo Ancorado (Novela), 1958
Cartilha do Marialva (Ensaio), 1960
O Render dos Heróis (Teatro), 1960
Jogos de Azar (Contos), 1963 ; 1993
O Hóspede de Job (Romance), 1963
O Delfim (Romance), 1968
Dinossauro Excelentíssimo (Sátira), 1972
E agora, José ? (Ensaio), 1977
O Burro em Pé (Contos), 1979
Corpo-Delito na Sala de Espelhos, 1980
Balada da Praia dos Cães (Romance), 1982
Alexandra Alpha (Romance), 1987
A República dos Corvos (Contos), 1988
Cardoso Pires por Cardoso Pires (Crónicas), 1991
A Cavalo no Diabo (Crónicas), 1994
De Profundis, Valsa Lenta (Crónicas), 1997
Lisboa, Livro de Bordo (Crónicas), 1997
Lavagante, editado em 2008

Filmes

Algumas das suas obras foram adaptadas ao cinema:

Balada da Praia dos Cães, realização de José Fonseca e Costa (1987)
Casino Oceano, realização de Lauro António (1983)
O Delfim, realização de Fernando Lopes (2001)
A Rapariga dos Fósforos, realização de Luís Galvão Teles (1978)
Ritual dos Pequenos Vampiros, realização de Eduardo Geada (1984)

Teatro

Algumas das suas obras foram também levadas à cena.

O Render dos Heróis (1960)
Corpo Delito na Sala de Espelhos

e ao Teatro Radiofónico, como "Uma simples flor nos teus cabelos claros" (EN) e "Balada da Praia dos Cães" (folhetim EN)

Prémios

Prémios ao autor

Prémio Internacional União Latina, Roma, 1991
Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Ultimo Novecento, Pisa, 1992
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1994
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1997
Prémio Pessoa, 1997
Grande Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, 1998

Prémios às obras

Prémio Camilo Castelo Branco, pelaa Sociedade Portuguesa de Escritores, 1964 (O Hóspede de Job)
Grande Prémio de Romance e Novela, pela Associação Portuguesa de Escritores, 1982 (Balada da Praia dos Cães)
Prémio Especial da Associação dos Críticos do Brasil, São Paulo, 1988 (Alexandra Alpha)
Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)
Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires

No âmbito do programa com que a Câmara Municipal de Lisboa evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca Municipal produziu este filme cuja narrativa baseou no “Lisboa; Livro de Bordo”, onde o autor reflecte o seu intenso amor por Lisboa, que nesta derradeira obra da sua vida exalta de forma extraordinária e comovente.

“Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires” retira ao “Lisboa, Livro de Bordo” um conjunto de excertos que, seleccionados e “trabalhados” por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada “fotograma solto” se refere.



Fotogramas soltos das Lisboas de Cardoso Pires from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.

PRODUÇÃO Videoteca Municipal CONCEPÇÃO e REALIZAÇÃO António Cunha DIRECÇÃO de FOTOGRAFIA e MONTAGEM Miguel Pité DIRECÇÃO de PRODUÇÃO Inês Sapeta Dias e Carlos Coelho IMAGENS ADICIONAIS Fernando Carrilho e Carlos Coelho STEADYCAM Ricardo Vale SOM DIRECTO Vitor Mota APOIO à PRODUÇÃO Joaquim Mendes - Luisa Jorge - Fernando Carrilho GRAFISMOS Fátima Rocha PESQUISA de IMAGENS ADICIONAIS Luisa Jorge SELECÇÃO e TRATAMENTO de TEXTOS Inês Pedrosa e António Cunha

Saiba mais sobre José Cardoso Pires AQUI e AQUI

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?



O semanário “Expresso” de 14 de Novembro de 2009, faz, na primeira página, uma chamada de atenção para o artigo publicado a páginas 19, com o título “Gripe A: metade recusa vacinar-se”.

Realçamos as palavras do Presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública: “Tenho a percepção de que a vacina está na pior situação possível. As pessoas que podem ser vacinadas não querem e as que não deviam ser imunizadas procuram a vacina a todo o custo

Sobre esta questão (recusa à vacina) já o Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” emitiu opinião que pode ser lida AQUI e divulgou uma curiosidade a que também pode aceder AQUI.

Talvez, talvez, perante esta situação concreta a Direcção Geral de Saúde fez sair uma nova Circular Normativa (ver AQUI) que abre, essencialmente às crianças saudáveis, o direito a vacinarem-se se, dizemos nós, os pais (ou tutores legais) o autorizarem.

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?

Procuraremos continuar a informar, sem preconceitos, o evoluir desta gripe A (ex-gripe suína).



Informação OFICIAL sobre a Gripe A pode ser obtida no Portal da Direcção Geral de Saúde AQUI.

domingo, 15 de novembro de 2009

Praceta António Gedeão


Rómulo Vasco da Gama de Carvalho (Lisboa, 24 de Novembro de 1906 — Lisboa, 19 de Fevereiro de 1997),português, foi um professor de Físico-Química do liceu , pedagogo, investigador de História da ciência em Portugal, divulgador da ciência e poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.

"Pedra Filosofal" e "Lágrima de Preta" são dois dos seus mais célebres poemas.

Académico efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e Director do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. O dia do seu nascimento foi, em 1997, adoptado em Portugal como Dia Nacional da Cultura Científica.




Principais publicações

História da ciência e da educação

"Ausência de Descartes". Gazeta de Física. 2,4(1950)107-108.
"No primeiro centenário de Lorentz". Gazeta de Física. 2,10(1953)275-278, .
Ferreira da Silva, Homem de Ciência e de Pensamento 1853-1923. Porto, 1953.
"A pretensa descoberta da lei das acções magnéticas por Dalla Bella em 1781 na Universidade de Coimbra". Coimbra, 1954. Sep. Revista Filosófica, vol. 4, fasc. 11,
Portugal nas ‘Philosophical Transactions’ nos séculos XVII e XVIII. Coimbra, 1956. Sep. Revista Filosófica, 15-16.
"Albert Einstein (1879-1955)". Gazeta de Física. 3,4(1956)89-96.
"Joaquim José dos Reis, construtor das máquinas de física do Museu Pombalino da Universidade de Coimbra". Vértice. 177(1958).
História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa [1765-1772]. Coimbra, 1959.
"Posição histórica de invenção do nónio de Pedro Nunes". Palestra. 4(1960).
"Homenagem a Pascal, 3º centenário". Palestra. 16(1962)21-37.
"Apontamentos sobre Martinho de Mendonça de Pina e de Proença [1693-1742]". Ocidente. 56(1963)5-36.
"Leonis de Pina e Mendonça, Matemático Português do Século XVIII". Ocidente. 66(1964)170-175.
"Breve desenho de educação de um menino Nobre". Palestra. 24(1965)40-44.
Relações científicas do astrónomo francês Joseph-Nicolas de L’Isle com Portugal. Coimbra, 1967.
História do Gabinete de Física da Universidade de Coimbra [1772-1790] desde a sua fundação em 1772 até ao Jubileu do Prof. Giovani António Dalla Bella. Coimbra, 1978.
Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII. Lisboa, 1979.
A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX. Lisboa, 1981.
A Física Experimental em Portugal no Sécu1o XVIII. Lisboa, 1982.
A Astronomia em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1985.
"A Fisica na Reforma Pombalina". in História e Desenvolvimento da Ciência em Portugal. Lisboa, 1986. pp. 143-168.
História do Ensino em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao fim do regime de Salazar-Caetano. Lisboa, 1986.
A História Natural em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1987.
D. João Carlos de Bragança, 2 duque de Lafões fundador da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1987.
História dos balões. Lisboa: Relógio d'água, 1991.
O material didáctico dos séculos XVIII e XIX do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1993.
O material etnográfico do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 2000.

Poesia

1956 - Movimento Perpétuo
1958 - Teatro do Mundo
1959 - Declaração de Amor
1961 - Máquina de Fogo
1964 - Poesias Completas
1967 - Linhas de Força
1980 - Soneto
1982 - Poema para Galileu
1984 - Poemas Póstumos
1985 - Poemas dos textos
1990 - Novos Poemas Póstumos

Ficção

1942 - Bárbara Ruiva (1ª edição: Abril 2009)
1973 - A poltrona e outras novelas

Teatro

1978 - RTX 78/24
1981 - História Breve da Lua

Ensaio

1965 - O Sentimento Científico em Bocage
1975 - Ay Flores, Ay flores do verde pino

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Saber mais em AQUI

Fala do Homem Nascido
Poema: António Gedeão * Música: José Niza

sábado, 14 de novembro de 2009

Em memória das vítimas da estrada



Programa das comemorações
Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

15 de Novembro 2009

14H30 – Concentração junto aos Paços do Concelho, em Sintra

14H45 – Início de marcha lenta até ao Palácio Valenças

15H15 – Cerimónia alusiva ao Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

- Preparação de um Memorial em Homenagem às Vítimas da Estrada – Os participantes terão a oportunidade de colocar, num mural disponível à entrada do Palácio, algo de valor simbólico que recorde o seu ente querido (foto, poema, carta, etc.). Todos os materiais aí colocados ficarão guardados na sede da Associação “A Nossa Âncora” até à concretização do memorial definitivo.

- Minuto de silêncio em memória das vítimas mortais

No mesmo local, decorrerão mais algumas iniciativas assinalando o dia.

16h15 – Sessão solene na Sala Nau do Palácio Valenças Com a participação de representantes da Câmara Municipal de Sintra, da Estrada Viva – Liga Contra o Trauma, e outras entidades do Concelho.

17H30 – Encerramento das comemorações.


Informação mais detalhada pode ser acedida AQUI


Atribuição de Pelouros 2009 - 2013


Por DESPACHO Nº 66 D – P/2009 de 2 de Novembro de 2009 foi feita Delegação e subdelegação de competências tendo ficado como se segue a

ATRIBUIÇÃO DE PELOUROS 2009 - 2013


Presidente FERNANDO Jorge Loureiro Roboredo SEARA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Planeamento Urbano e Departamento de Urbanismo
Departamento de Recursos Humanos
Departamento de Fiscalização e Polícia Municipal
Departamento de Cultura
Serviço Municipal de Protecção Civil

Vereador e Vice-Presidente MARCO Paulo Caldeira de ALMEIDA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Ambiente e Intervenção Local
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Ambiente e Intervenção Local.

Divisão de Educação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Educação.

Divisão de Juventude
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Juventude.

Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos.

Relações com as Freguesias
Compreende a prática dos actos materiais respeitantes ao apoio e enquadramento do relacionamento com as diversas Freguesias abrangidas pela circunscrição territorial do Município.


Vereadora ANA Isabel Neves DUARTE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão Administrativa-Financeira
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão Administrativa-Financeira.

Divisão de Planeamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Planeamento.

Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas.

Divisão de Aprovisionamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Aprovisionamento.

Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários.

Gabinete de Coordenação de Participações Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Coordenação de Participações Municipais.

Gabinete Médico-Veterinário
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete Médico-Veterinário.


Vereador José LINO Fonseca RAMOS
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Assuntos Jurídicos, Assuntos Administrativos e Notariado e de Execuções Fiscais e Contra-Ordenações.

Departamento de Modernização Administrativa
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Informática, Redes e Comunicações e Modernização Administrativa.

Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de Processos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de processos.

Divisão de Desporto
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Desporto.

Divisão de Turismo
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Turismo.


Vereador LUÍS José Vieira DUQUE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Obras Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Obras Municipais.

Casa das Selecções
Compreende a prática dos actos tendentes à concretização da implantação da Casa das Selecções na circunscrição do Município de Sintra.


Vereadora Maria PAULA Gomes Pinto SIMÕES
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão de Saúde e Acção Social
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Saúde e Acção Social.

Divisão de Habitação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Habitação.

Políticas da Família e Inclusão Social
Compreende a prática dos actos respeitantes às temáticas da família e da inclusão social.


Vereadora Ana Gomes
(PS)

Sem pelouros


Vereador Domingos Linhares Quintas
(PS)

Sem pelouros



Vereadora Ana Queiroz do Vale
(PS)

Sem pelouros


Vereador Eduardo Quinta Nova
(PS)

Sem pelouros


Vereador José Manuel Costa BAPTISTA ALVES
Coligação Democrática Unitária (PCP, PEV)

Divisão de Mercados
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Mercados.

Serviço Municipal de Informação ao Consumidor
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Serviço Municipal de Informação ao Consumidor.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Rua José Régio

José Régio

José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde, 17 de Setembro de 1901 — Vila do Conde, 22 de Dezembro de 1969) foi um escritor português, que viveu grande parte da sua vida na cidade de Portalegre (de 1928 a 1967). É irmão de Júlio Maria dos Reis Pereira (pintor, poeta e engenheiro).

Biografia

José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, é um escritor português, natural de Vila do Conde, e o seu nascimento data de 1901. Em Vila do Conde, terra onde viveu até acabar o quinto ano do liceu, publicou os seus primeiros poemas nos jornais, O Democrático e República.

Aos dezoito anos, José Régio, foi para Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica (1925), com a tese As Correntes e As Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa. Esta tese na época não teve muito sucesso, uma vez que valorizava poetas quase desconhecidos na altura, como Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro; mas, em 1941, foi publicada com o título Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa.

Em 1927, com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, fundou a revista Presença, que veio a ser publicada, irregularmente, durante treze anos. Esta revista veio a marcar o segundo modernismo português, que teve como principal impulsionador e ideólogo, José Régio. Este, também escreveu em jornais como Seara Nova, Ler, O Comércio do Porto e o Diário de Notícias. Foi neste mesmo ano que José Régio começou a leccionar num liceu no Porto, até 1928, pois a partir desse ano, passou a leccionar em Portalegre, onde esteve mais do que trinta anos. Em 1966, Régio voltou para Vila do Conde, onde veio a morrer em 1969.

José Régio teve durante a sua vida uma participação activa na vida pública, mantendo-se fiel aos seus ideais socialistas, apesar do regime autoritário de então, e também, seguindo os gostos do irmão, Júlio Saul Dias, expressou o seu amor pelas artes plásticas, ilustrando um dos seus livros.

Como escritor, José Régio, dedicou-se ao ensaio, à poesia, ao texto dramático e à prosa. Reflectindo durante toda a sua obra problemas relativos ao conflito entre Deus e o Homem, o indivíduo e a sociedade. Usando sempre um tom psicologista e misticista, analisando a problemática da solidão e das relações humanas, ao mesmo tempo que levava a cabo uma auto-análise.

José Régio é considerado um dos grandes vultos da moderna literatura portuguesa, e recebeu em 1966, o Prémio Diário de Notícias e, em 1970, o Prémio Nacional da Poesia. Hoje em dia, as suas casas em Vila do Conde e em Portalegre são casas museu.

Obras publicadas

Poesia

1925 - Poemas de Deus e do Diabo.
1929 - Biografia.
1935 - As Encruzilhadas de Deus.
1945 - Fado (1941), Mas Deus é Grande.
1954 - A Chaga do Lado.
1961 - Filho do Homem.
1968 - Cântico Suspenso.
1970 - Música Ligeira.
1971 - Colheita da Tarde.
.... - Poema para a minha mãe

Ficção

1934 - Jogo da Cabra-Cega.
1941 - Davam Grandes Passeios aos Domingos.
1942 - O Príncipe com Orelhas de Burro.
1945 a 1966 – A Velha Casa.
1946 - Histórias de Mulheres.
1962 - Há Mais Mundos.

Ensaio

1936 - Críticas e Criticados.
1938 - António Botto e o Amor.
1940 - Em Torno da Expressão Artística.
1952 - As Correntes e as Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa.
1964 - Ensaios de Interpretação Crítica.
1967 - Três Ensaios sobre Arte.
1977 - Páginas de Doutrina e Crítica da Presença.

Teatro

1949 - Jacob e o Anjo.
1958 - Benilde ou a Virgem-Mãe.
1948 - El-Rei Sebastião.
1957 - A Salvação do Mundo.
1950 - Três Peças em Um Acto.





Museu José Régio


A Casa Museu José Régio em Portalegre foi instalada naquela que foi a habitação de José Régio durante 34 anos.

Quando José Régio foi colocado no Liceu Mouzinho da Silveira, em Portalegre, na casa funcionava uma pensão, onde se hospedou.

Data dos finais do século XVII e terá sido um anexo do Convento de São Brás, do qual ainda existem alguns vestígios, nomeadamente da capela. Também serviu como quartel-general aquando das guerras peninsulares e muito mais tarde pensão 21.

José Régio arrendou um humilde quarto e à medida que a necessidade de espaço aumentava com a ampliação constante da sua colecção, ia arrendando as outras dependências da casa, até que se transformou em hóspede único.

Em 1965 vende a sua colecção à Câmara Municipal de Portalegre com a condição desta adquirir a casa, restaurar e transformar em Museu. Ficaria com o usufruto e só a sua morte este passaria para a Câmara. Tal não aconteceu, pois José Régio morre a 22 de Dezembro de 1969 e o Museu só veio a abrir a 23 de Maio de 1971.

Mas antes de morrer ele voltou para a sua terra Natal, Vila do Conde, e também conseguiu abrir um museu na sua própria casa, por isso o museu chama-se agora Casa de José Régio.

Colecções

As colecções estão distribuídas por 17 salas de exposição permanente e por uma sala de reservas, em dois pisos.

Colecções expostas

Escultura
Pintura
Faiança
Mobiliário
Metais
Têxteis
Registos
Reserva
Escultura
Faiança
Numismática/medalhística
Registos
Trabalhos pastoris (marcadores de pão e bolos, cornas, polvorinhos, chavelhas e colheres)
Ferros forjados

Além deste espólio, a Casa Museu possui um variado acervo literário dividido entre a própria casa, as reservas e o centro de estudos.

Este espólio resultou do gosto, de José Régio pelas antiguidades pelo coleccionismo que segundo diz, nasceu-lhe cedo por influência do seu avô. Mas foi no Alentejo que se ampliou e desenvolveu.

A região era fértil e rapidamente se espalhou que havia um professor de Liceu que gostava e comprava coisas velhas. Começou por ser um passatempo, uma mania, mas depressa se transforma numa actividade regular, num vício.

Compra, vende e troca. Tinha épocas. A dos pratos: os "ratinhos" – uma faiança popular de Coimbra, trazida por migrantes que vinham ceifar ao Alentejo e no final das fegas os trocavam por roupas e tecidos, os de Estremoz, de Miragaia, de Fervença... Os estanhos, os cobres, e na cozinha os ferros forjados e outras curiosidades do artesanato alentejano – marcadores de pão e bolos, as pintadeiras, dedeiras ou canudos e os trabalhos em chifre como as cornas e os polvorinhos.

E não podemos deixar de referir a colecção de arte sacra. Os Cristos, a sua grande colecção, nas mais diversas apresentações e representações são, essencialmente, em madeira e de arte popular. Feitos por quem tinha um certo jeito, faziam parte do enxoval das noivas, em tempos idos no Alentejo.

Textos transcritos de “Wikipédia, a enciclopédia livre

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Quem é responsável?


Foto 1
As questões de segurança, entendidas na maior amplitude do termo, são importantes para os moradores da urbanização (e não só!) pelo que a elas nos referiremos frequentes vezes.

Muitas (?) vezes são situações que os poderes públicos podem facilmente resolver, sem, contudo, desresponsabilizar as pessoas pelo não cumprimento de normas essenciais, inclusive as do bom senso, que alguns dos os cidadãos que acedem à Rua Oliva Guerra (Foto 1) não têm.


Foto 2

Nessa rua foi abalroada ontem (2009-11-10), tanto quanto consta por uma viatura, uma Caixa de Comunicações (Foto 2). Acrescente-se que também não consta tratar-se de uma viatura em serviço de emergência.
 

Foto 3
 
Como se pode ver no local (Foto 3) o passeio com acesso à Rua Oliva Guerra não está rebaixado o que por si só significaria que aos veículos não é permitida a passagem.
 
 

Foto 4
 
Mas, se o não rebaixamento do passeio não fosse em si mesmo um alerta suficiente, encontra-se colocado em cada uma das entradas de acesso à rua um sinal de trânsito (Foto 4) bastante visível.
 
Será legítima, coerente, correcta, a proibição de trânsito automóvel na nessa rua?
 
A resposta é totalmente afirmativa porque:


Foto 5
 
1 – Existe no local um espaço (Foto 5), num dos prédios, para crianças sensivelmente entre os 3 e os 12 anos que, diariamente brincam e jogam na rua (onde teoricamente não passam carros) e também num recinto fechado;
 

Foto 6
 
2 – Todas as portas dos prédios dão acesso directo à rua (Foto 6) sem qualquer protecção, nomeadamente a de um passeio, o que por si só justificaria a proibição de circulação automóvel.
 
 

Foto 7
 
A falta de civismo de alguns obrigará e justificará que a Câmara Municipal de Sintra coloque um “pilarete” (Foto 7) em cada um dos acessos à Rua Oliva Guerra, impedindo fisicamente a circulação de veículos, como forma preventiva de obstar a que se não venham a verificar abalroamentos, agora de pessoas, ao invés de Caixas de Comunicações.
 

Foto 8
 
O acesso a veículos em serviço de emergência poderia manter-se através da circulação na via do lado oposto às entradas dos prédios (Foto 8).
 
Infelizmente a falta de civismo justifica assumir medidas que não deveria ser necessário implementar.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Rua Ruy Belo



Ruy de Moura Belo (São João da Ribeira, Rio Maior, 27 de Fevereiro de 1933 Queluz, 8 de Agosto de 1978) foi um poeta e ensaísta português.
Em 1951 entrou para a Universidade de Coimbra como aluno de Direito e tornou-se membro da Opus Dei. Concluiu o Curso de Direito em Lisboa, em 1956, ano em que partiu para Roma, doutorando-se em Direito Canónico pela Universidade S. Tomás de Aquino (Angelicum), dois anos depois, com uma tese intitulada «Ficção Literária e Censura Eclesiástica».

Regressado a Portugal trabalhou no campo editorial e em 1961 entrou na Faculdade de Letras de Lisboa, recebendo uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para investigação, abandonou a Opus Dei e foi leitor de Português em Madrid entre 1971 e 1977.

Exerceu, ainda que brevemente, um cargo de director-adjunto no então ministério da Educação Nacional, mas o seu relacionamento com opositores ao regime da época, a participação na greve académica de 1962 e a sua candidatura a deputado, em 1969, pelas listas da Comissão Eleitoral de Unidade Democrática, levaram a que as suas actividades fossem vigiadas e condicionadas. Ocupou, ainda, um lugar de leitor de Português na Universidade de Madrid (1971-1977).

Regressado, então, a Portugal, foi-lhe recusada a possibilidade de leccionar na Faculdade de Letras de Lisboa, dando aulas na Escola Técnica do Cacém, no ensino nocturno. Em 1991 foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Sant'iago da Espada.

Tendo sido, na sua passagem pela imprensa, director literário da Editorial Aster e chefe de redacção da revista Rumo, os seus primeiros livros de poesia foram Aquele Grande Rio Eufrates (1961) e O Problema da Habitação (1962). Às colectâneas de ensaios Poesia Nova (1961) e Na Senda da Poesia (1969), seguiram-se obras cuja temática se prende ao religioso e ao metafísico, sob a forma de interrogações acerca da existência. É o caso de Boca Bilingue (1966), Homem de Palavras(s) (1969), País Possível (1973, antologia), Transporte no Tempo (1973), A Margem da Alegria (1974), Toda a Terra (1976) e Despeço-me da Terra da Alegria (1977). O versilibrismo dos seus poemas conjuga-se com um domínio das técnicas poéticas tradicionais. A sua obra, organizada em três volumes sob o título Obra Poética de Ruy Belo, em 1981, foi, entretanto, alvo de revisitação crítica, sendo considerada uma das obras cimeiras, apesar da brevidade da vida do poeta, da poesia portuguesa contemporânea.

Apesar do curto período de actividade literária, Ruy Belo tornou-se um dos maiores poetas portugueses da segunda metade do século XX, tendo as suas obras sido reeditadas diversas vezes.
Destacou-se ainda pela tradução de autores como Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca.

Em 2001, publica-se Todos os Poemas



Obras poéticas

Aquele Grande Rio Eufrates (1961)
O Problema da Habitação (1962)
Boca Bilingue (1966)
Homem de Palavra(s) (1969)
Transporte no Tempo (1973)
País Possível (1973)
A Margem da Alegria (1974)
Toda a Terra (1976)
Despeço-me da Terra da Alegria (1978).

Em espanhol

Problema de la habitación, Ediciones Sequitur, Madrid, 2009. ISBN: 978-84-95363-50-3