domingo, 22 de novembro de 2009

Reuniões públicas da Câmara



REUNIÕES ORDINÁRIAS PÚBLICAS

A intervenção dos munícipes é, mais do que um direito, um dever de cidadania.

Essa intervenção pode ser concretizada, também, através da participação nas reuniões ordinárias públicas da Câmara Municipal de Sintra que se realizam-se às 09h 30m no Palácio de Valenças nos anos, meses e dias abaixo referidos.

2009

Novembro - 25
Dezembro - 16

2010


Janeiro - 27
Fevereiro - 24
Março - 31
Abril - 28
Maio - 26
Junho - 30
Julho - 28
Agosto - 25
Setembro - 29
Outubro - 27
Novembro - 24
Dezembro – 22

A informação referida, que pode eventualmente ser alterada, não despensa a consulta à página electrónica da Câmara Municipal de Sintra.


Palácio de Valenças
Rua Visconde de Monserrate
2710 – 591 SINTRA

sábado, 21 de novembro de 2009

Poesia




Oh subalimentados do sonho! A Poesia é para comer!
Natália Correia


Esta nova rubrica, “Poesia”, ora criada, contemplará e divulgará os poetas, os poemas e as tertúlias poéticas da urbanização, do concelho, do Distrito, de Portugal, do Mundo… “se a tanto nos ajudar o engenho e a arte”.

Estamos disponíveis para divulgarmos os seus poemas, preferencialmente os dos moradores da urbanização, ou notícias sobre poesia que através do nosso endereço electrónico nos queira fazer chegar.

A comunhão de interesses dos moradores da urbanização pode (e deve) também passar pela cultura, na qual a poesia é um dos expoentes mais altos.

Com o seu nome ou com um pseudónimo e referindo (apenas) o nome da rua onde mora, envie-nos um seu poema. Pode, se o entender, juntar algumas notas sobre si, sobre a sua obra poética ou sobre o estado de espírito em que se encontrava quando escreveu o poema. Uma foto (paisagens, flores, pessoas…) pode ser um complemento valioso para acompanhar a sua poesia e enquadrá-la.

Contamos consigo!


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Direitos da Criança



ANIVERSÁRIO DA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA


Os direitos das crianças não se circunscrevem a uma rua, um bairro, uma freguesia, um Concelho, um Distrito, um País, um Continente. SÃO UNIVERSAIS!

Com a devida vénia transcrevemos do sítio da Câmara Municipal de Sintra o seguinte destaque:

O 20º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança vai ser comemorado em Sintra com a inauguração da exposição “Os nossos direitos – o nosso tesouro”, que terá lugar no dia 20 de Novembro 2009 (sexta-feira), pelas 14h30, na Escola Professor Agostinho da Silva, em Casal de Cambra.

A comemoração do aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança tem vindo a ser assinalada desde 2000 pela Câmara Municipal de Sintra e pelo Comité Português para a UNICEF.

Em 2008 iniciou-se uma nova fase deste Programa que contempla, para além das Instituições de Apoio à Infância, também e sobretudo, as Escolas como espaços privilegiados de abordagem das temáticas da Cidadania e dos Direitos.

Assim, o Programa está a ser desenvolvido em dois territórios: Casal de Cambra – Solami (IPSS) e Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva (as actividades iniciaram no ano lectivo 2008/2009) e Rio de Mouro – Centro Social Paroquial Rio de Mouro e Agrupamento de Escolas Padre Alberto Neto (a partir de Janeiro 2010).

Nesta exposição, que visa promover de forma lúdica, o conhecimento da Convenção sobre os Direitos da Criança e contribuir para o exercício de uma cidadania mais responsável e solidária, vão participar os alunos das turmas envolvidas nas actividades do referido Programa (1 turma do 2º ano do 1º ciclo e duas turmas do 6º ano do 2º ciclo).

NOTA: Os sublinhados são da nossa responsabilidade.


 
Declaração dos Direitos da Criança


1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.

2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e protecção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio – A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a protecção dos pais, num ambiente de afecto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio – A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.

9º Princípio – A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Rua Fernando Piteira Santos

Fernando Piteira Santos
(n.1918 m. 1992)

Jornalista, político, historiador e professor universitário, nasceu na Amadora, no seio de uma família de fortes convicções republicanas, e aí frequentou o ensino primário e secundário.

Licenciou-se em ciências histórico-filosóficas na Universidade Clássica de Lisboa, local onde regressará como professor, entre 1974 e 1988.

Membro do Comité Central do PCP entre 1941 e 1950, ano em que foi expulso a pretexto de uma falsa acusação de delação. Antifascista, oposicionista activo, conheceu os cárceres da ditadura tendo sido preso por três vezes.

Aproximou-se então da Resistência Republicana e Socialista, e acabaria por partir para o exílio no Norte de África, após o fracassado assalto ao Quartel de Beja em 1962, do qual participou.
Em Argel, foi um dos membros fundadores da Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN), desenvolvendo um trabalho importante com o objectivo de criar um movimento unitário de oposição ao regime salazarista.

Nomeado em Maio de 1974 Director -Geral da Cultura Popular e Espectáculos, exerce o cargo apenas por um mês.

Criou e dirigiu os Centros Populares 25 de Abril e em 1977 acompanha a fundação da associação Fraternidade Operária, criada por destacados dirigentes e militantes do PS, entre os quais Lopes Cardoso e César Oliveira, descontentes com o rumo político tomado pelo partido.

Foi director do Diário de Lisboa entre 1975 e 1989.

Fonte: Centro de Documentação 25 de Abril


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sinalética perigosa porque contraditória


Já que puseram o sinal vertical de proibição de virar à esquerda, porque é que os sinais horizontais, ou seja, as setas brancas para a esquerda, não foram apagadas do chão? (parece que foram ligeiramente raspadas, mas continuam a se notar quase a 100%)!!

Este comentário colocado no Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” (AQUI) vem ao encontro das preocupações que só agora tornamos públicas considerando (a) que os acabamentos referentes às alterações se não fazem de um momento para o outro e (b) que o tempo chuvoso tem impedido que esses acabamentos se concretizem.

Não podemos, nem queremos, deixar de agradecer os comentários deste nosso vizinho que, não obstante a discordância com as alterações de trânsito efectuadas, manifesta uma preocupação responsável com a existência de sinalética contraditória e, consequentemente, propicia a eventuais acidentes.

É imprescindível que a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro intervenham com urgência na rápida solução desta anómala contraditória sinalética.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. Ignorância das autoridades responsáveis e falta de cooperação dos moradores não poderão, no futuro, ser evocados.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Rua José Cardoso Pires

José Augusto Neves Cardoso Pires

José Cardoso Pires, (2 de Outubro de 1925 — 26 de Outubro de 1998). Escritor português. Nasceu em São João do Peso, Vila de Rei, onde viveu até ir para Lisboa) com os seus pais. Passou grande parte da sua infância e adolescência na capital, onde frequentou o Liceu Camões e foi aluno de Rómulo de Carvalho. Mais tarde ingressou no curso de Matemáticas Superiores na Faculdade de Ciências de Lisboa, que não chegou a concluir.

A sua experiência da vida boémia, da rua e da noite, resultou num conhecimento que transpõe para alguns dos seus textos (p. exemplo "Alexandra Alpha"). Foi oficial da Marinha Mercante (embora por pouco tempo), e realizou esporadicamente trabalhos como jornalista e redactor de publicidade até se dedicar definitivamente à escrita. Foi colaborador de várias publicações entre as quais a revista "Almanaque", "Diário de Lisboa", "Gazeta Musical e de Todas as Artes" e revista "Afinidades".

Foi sepultado em 1998 no Cemitério dos Prazeres em Lisboa.

No âmbito do programa que evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca da Câmara Municipal de Lisboa produziu uma curta-metragem intitulada "Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" , realizada por António Cunha (director da Videoteca) cuja narrativa baseou no "Lisboa; Livro de Bordo", no qual José Cardoso Pires reflecte o seu intenso amor por Lisboa e que, nesta derradeira obra da sua vida, exalta de forma extraordinária e tantas vezes comovente.

"Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" retira ao "Lisboa, Livro de Bordo" um conjunto de excertos que, seleccionados e "trabalhados" por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada "fotograma solto" se refere.





Livros

Os Caminheiros e Outros Contos (Contos), 1949
Histórias de Amor (Contos), 1952
O Anjo Ancorado (Novela), 1958
Cartilha do Marialva (Ensaio), 1960
O Render dos Heróis (Teatro), 1960
Jogos de Azar (Contos), 1963 ; 1993
O Hóspede de Job (Romance), 1963
O Delfim (Romance), 1968
Dinossauro Excelentíssimo (Sátira), 1972
E agora, José ? (Ensaio), 1977
O Burro em Pé (Contos), 1979
Corpo-Delito na Sala de Espelhos, 1980
Balada da Praia dos Cães (Romance), 1982
Alexandra Alpha (Romance), 1987
A República dos Corvos (Contos), 1988
Cardoso Pires por Cardoso Pires (Crónicas), 1991
A Cavalo no Diabo (Crónicas), 1994
De Profundis, Valsa Lenta (Crónicas), 1997
Lisboa, Livro de Bordo (Crónicas), 1997
Lavagante, editado em 2008

Filmes

Algumas das suas obras foram adaptadas ao cinema:

Balada da Praia dos Cães, realização de José Fonseca e Costa (1987)
Casino Oceano, realização de Lauro António (1983)
O Delfim, realização de Fernando Lopes (2001)
A Rapariga dos Fósforos, realização de Luís Galvão Teles (1978)
Ritual dos Pequenos Vampiros, realização de Eduardo Geada (1984)

Teatro

Algumas das suas obras foram também levadas à cena.

O Render dos Heróis (1960)
Corpo Delito na Sala de Espelhos

e ao Teatro Radiofónico, como "Uma simples flor nos teus cabelos claros" (EN) e "Balada da Praia dos Cães" (folhetim EN)

Prémios

Prémios ao autor

Prémio Internacional União Latina, Roma, 1991
Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Ultimo Novecento, Pisa, 1992
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1994
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1997
Prémio Pessoa, 1997
Grande Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, 1998

Prémios às obras

Prémio Camilo Castelo Branco, pelaa Sociedade Portuguesa de Escritores, 1964 (O Hóspede de Job)
Grande Prémio de Romance e Novela, pela Associação Portuguesa de Escritores, 1982 (Balada da Praia dos Cães)
Prémio Especial da Associação dos Críticos do Brasil, São Paulo, 1988 (Alexandra Alpha)
Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)
Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires

No âmbito do programa com que a Câmara Municipal de Lisboa evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca Municipal produziu este filme cuja narrativa baseou no “Lisboa; Livro de Bordo”, onde o autor reflecte o seu intenso amor por Lisboa, que nesta derradeira obra da sua vida exalta de forma extraordinária e comovente.

“Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires” retira ao “Lisboa, Livro de Bordo” um conjunto de excertos que, seleccionados e “trabalhados” por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada “fotograma solto” se refere.



Fotogramas soltos das Lisboas de Cardoso Pires from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.

PRODUÇÃO Videoteca Municipal CONCEPÇÃO e REALIZAÇÃO António Cunha DIRECÇÃO de FOTOGRAFIA e MONTAGEM Miguel Pité DIRECÇÃO de PRODUÇÃO Inês Sapeta Dias e Carlos Coelho IMAGENS ADICIONAIS Fernando Carrilho e Carlos Coelho STEADYCAM Ricardo Vale SOM DIRECTO Vitor Mota APOIO à PRODUÇÃO Joaquim Mendes - Luisa Jorge - Fernando Carrilho GRAFISMOS Fátima Rocha PESQUISA de IMAGENS ADICIONAIS Luisa Jorge SELECÇÃO e TRATAMENTO de TEXTOS Inês Pedrosa e António Cunha

Saiba mais sobre José Cardoso Pires AQUI e AQUI

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?



O semanário “Expresso” de 14 de Novembro de 2009, faz, na primeira página, uma chamada de atenção para o artigo publicado a páginas 19, com o título “Gripe A: metade recusa vacinar-se”.

Realçamos as palavras do Presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública: “Tenho a percepção de que a vacina está na pior situação possível. As pessoas que podem ser vacinadas não querem e as que não deviam ser imunizadas procuram a vacina a todo o custo

Sobre esta questão (recusa à vacina) já o Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” emitiu opinião que pode ser lida AQUI e divulgou uma curiosidade a que também pode aceder AQUI.

Talvez, talvez, perante esta situação concreta a Direcção Geral de Saúde fez sair uma nova Circular Normativa (ver AQUI) que abre, essencialmente às crianças saudáveis, o direito a vacinarem-se se, dizemos nós, os pais (ou tutores legais) o autorizarem.

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?

Procuraremos continuar a informar, sem preconceitos, o evoluir desta gripe A (ex-gripe suína).



Informação OFICIAL sobre a Gripe A pode ser obtida no Portal da Direcção Geral de Saúde AQUI.

domingo, 15 de novembro de 2009

Praceta António Gedeão


Rómulo Vasco da Gama de Carvalho (Lisboa, 24 de Novembro de 1906 — Lisboa, 19 de Fevereiro de 1997),português, foi um professor de Físico-Química do liceu , pedagogo, investigador de História da ciência em Portugal, divulgador da ciência e poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.

"Pedra Filosofal" e "Lágrima de Preta" são dois dos seus mais célebres poemas.

Académico efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e Director do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. O dia do seu nascimento foi, em 1997, adoptado em Portugal como Dia Nacional da Cultura Científica.




Principais publicações

História da ciência e da educação

"Ausência de Descartes". Gazeta de Física. 2,4(1950)107-108.
"No primeiro centenário de Lorentz". Gazeta de Física. 2,10(1953)275-278, .
Ferreira da Silva, Homem de Ciência e de Pensamento 1853-1923. Porto, 1953.
"A pretensa descoberta da lei das acções magnéticas por Dalla Bella em 1781 na Universidade de Coimbra". Coimbra, 1954. Sep. Revista Filosófica, vol. 4, fasc. 11,
Portugal nas ‘Philosophical Transactions’ nos séculos XVII e XVIII. Coimbra, 1956. Sep. Revista Filosófica, 15-16.
"Albert Einstein (1879-1955)". Gazeta de Física. 3,4(1956)89-96.
"Joaquim José dos Reis, construtor das máquinas de física do Museu Pombalino da Universidade de Coimbra". Vértice. 177(1958).
História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa [1765-1772]. Coimbra, 1959.
"Posição histórica de invenção do nónio de Pedro Nunes". Palestra. 4(1960).
"Homenagem a Pascal, 3º centenário". Palestra. 16(1962)21-37.
"Apontamentos sobre Martinho de Mendonça de Pina e de Proença [1693-1742]". Ocidente. 56(1963)5-36.
"Leonis de Pina e Mendonça, Matemático Português do Século XVIII". Ocidente. 66(1964)170-175.
"Breve desenho de educação de um menino Nobre". Palestra. 24(1965)40-44.
Relações científicas do astrónomo francês Joseph-Nicolas de L’Isle com Portugal. Coimbra, 1967.
História do Gabinete de Física da Universidade de Coimbra [1772-1790] desde a sua fundação em 1772 até ao Jubileu do Prof. Giovani António Dalla Bella. Coimbra, 1978.
Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII. Lisboa, 1979.
A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX. Lisboa, 1981.
A Física Experimental em Portugal no Sécu1o XVIII. Lisboa, 1982.
A Astronomia em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1985.
"A Fisica na Reforma Pombalina". in História e Desenvolvimento da Ciência em Portugal. Lisboa, 1986. pp. 143-168.
História do Ensino em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao fim do regime de Salazar-Caetano. Lisboa, 1986.
A História Natural em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1987.
D. João Carlos de Bragança, 2 duque de Lafões fundador da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1987.
História dos balões. Lisboa: Relógio d'água, 1991.
O material didáctico dos séculos XVIII e XIX do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1993.
O material etnográfico do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 2000.

Poesia

1956 - Movimento Perpétuo
1958 - Teatro do Mundo
1959 - Declaração de Amor
1961 - Máquina de Fogo
1964 - Poesias Completas
1967 - Linhas de Força
1980 - Soneto
1982 - Poema para Galileu
1984 - Poemas Póstumos
1985 - Poemas dos textos
1990 - Novos Poemas Póstumos

Ficção

1942 - Bárbara Ruiva (1ª edição: Abril 2009)
1973 - A poltrona e outras novelas

Teatro

1978 - RTX 78/24
1981 - História Breve da Lua

Ensaio

1965 - O Sentimento Científico em Bocage
1975 - Ay Flores, Ay flores do verde pino

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Saber mais em AQUI

Fala do Homem Nascido
Poema: António Gedeão * Música: José Niza

sábado, 14 de novembro de 2009

Em memória das vítimas da estrada



Programa das comemorações
Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

15 de Novembro 2009

14H30 – Concentração junto aos Paços do Concelho, em Sintra

14H45 – Início de marcha lenta até ao Palácio Valenças

15H15 – Cerimónia alusiva ao Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

- Preparação de um Memorial em Homenagem às Vítimas da Estrada – Os participantes terão a oportunidade de colocar, num mural disponível à entrada do Palácio, algo de valor simbólico que recorde o seu ente querido (foto, poema, carta, etc.). Todos os materiais aí colocados ficarão guardados na sede da Associação “A Nossa Âncora” até à concretização do memorial definitivo.

- Minuto de silêncio em memória das vítimas mortais

No mesmo local, decorrerão mais algumas iniciativas assinalando o dia.

16h15 – Sessão solene na Sala Nau do Palácio Valenças Com a participação de representantes da Câmara Municipal de Sintra, da Estrada Viva – Liga Contra o Trauma, e outras entidades do Concelho.

17H30 – Encerramento das comemorações.


Informação mais detalhada pode ser acedida AQUI


Atribuição de Pelouros 2009 - 2013


Por DESPACHO Nº 66 D – P/2009 de 2 de Novembro de 2009 foi feita Delegação e subdelegação de competências tendo ficado como se segue a

ATRIBUIÇÃO DE PELOUROS 2009 - 2013


Presidente FERNANDO Jorge Loureiro Roboredo SEARA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Planeamento Urbano e Departamento de Urbanismo
Departamento de Recursos Humanos
Departamento de Fiscalização e Polícia Municipal
Departamento de Cultura
Serviço Municipal de Protecção Civil

Vereador e Vice-Presidente MARCO Paulo Caldeira de ALMEIDA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Ambiente e Intervenção Local
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Ambiente e Intervenção Local.

Divisão de Educação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Educação.

Divisão de Juventude
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Juventude.

Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos.

Relações com as Freguesias
Compreende a prática dos actos materiais respeitantes ao apoio e enquadramento do relacionamento com as diversas Freguesias abrangidas pela circunscrição territorial do Município.


Vereadora ANA Isabel Neves DUARTE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão Administrativa-Financeira
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão Administrativa-Financeira.

Divisão de Planeamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Planeamento.

Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas.

Divisão de Aprovisionamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Aprovisionamento.

Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários.

Gabinete de Coordenação de Participações Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Coordenação de Participações Municipais.

Gabinete Médico-Veterinário
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete Médico-Veterinário.


Vereador José LINO Fonseca RAMOS
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Assuntos Jurídicos, Assuntos Administrativos e Notariado e de Execuções Fiscais e Contra-Ordenações.

Departamento de Modernização Administrativa
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Informática, Redes e Comunicações e Modernização Administrativa.

Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de Processos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de processos.

Divisão de Desporto
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Desporto.

Divisão de Turismo
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Turismo.


Vereador LUÍS José Vieira DUQUE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Obras Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Obras Municipais.

Casa das Selecções
Compreende a prática dos actos tendentes à concretização da implantação da Casa das Selecções na circunscrição do Município de Sintra.


Vereadora Maria PAULA Gomes Pinto SIMÕES
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão de Saúde e Acção Social
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Saúde e Acção Social.

Divisão de Habitação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Habitação.

Políticas da Família e Inclusão Social
Compreende a prática dos actos respeitantes às temáticas da família e da inclusão social.


Vereadora Ana Gomes
(PS)

Sem pelouros


Vereador Domingos Linhares Quintas
(PS)

Sem pelouros



Vereadora Ana Queiroz do Vale
(PS)

Sem pelouros


Vereador Eduardo Quinta Nova
(PS)

Sem pelouros


Vereador José Manuel Costa BAPTISTA ALVES
Coligação Democrática Unitária (PCP, PEV)

Divisão de Mercados
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Mercados.

Serviço Municipal de Informação ao Consumidor
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Serviço Municipal de Informação ao Consumidor.