quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Estrada de Vale Mourão



A “Estrada de Vale Mourão” é assim denominada porque… atravessa o Vale Mourão.

Em Vale Mourão sabe-se ter existido desde o período paleolítico uma presença contínua de caçadores-recolectores.

Vale Mourão, assim designado desde pelo menos o século XIX era, no século XIV, conhecido como “Val Mourom” e mais tarde “Val Mouram”. Esta denominação (que significa Vale do Mouro) comprova a existência na zona de uma comunidade de árabes como, alias, em toda a região de Rio de Mouro e de Cacém.

O vocábulo Cacém (século XVI) supõe-se que seja uma derivação de “Qasim”, posteriormente “Kazem” e, já no século IX, “Kacem”

Como curiosidade adiante-se que a localidade de Cacém (freguesia a que também pertence a urbanização de Vale Mourão) pertencia a Rio de Mouro (freguesia onde se insere a maioria da urbanização) e só em 1953 foi decretada a unificação de Cacém e Agualva.

Voltando a Vale Mourão esclareça-se que as terras e casas abrangidas por esta localização eram pertença do Duque de Cadaval continuando a existir, ainda, casas e uma capela erigidas no local onde já funcionou uma escola de equitação e que se situa muito perto do entroncamento da Rua José Gomes Ferreira com a Estrada de Vale Mourão no sentido do cemitério do Cacém.


Fonte: “Agualva-Cacém e a sua história” de Ana Macedo e Sousa Teresa Mascarenhas, publicação da Junta de Freguesia de Agualva-Cacém.


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Perna partida ou corrimão, eis a questão


Voltamos a abordar as questões de segurança que terão motivado uma deslocação à urbanização, no passado mês de Setembro, dos Serviços do Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Sintra com o objectivo de avaliar as situações relacionadas com a segurança de pessoas e bens que seriam consideradas prioritárias. (ver notícia AQUI).

Numa atitude que pretende ser colaborante passamos a referir uma situação que justifica um olhar atento da Junta de Freguesia de Rio de Mouro e, sobretudo, da Câmara Municipal de Sintra.


Na Rua Manuel da Fonseca, entre os edifícios com os números 13 e 15, mesmo pegado ao condomínio com o número 15, existem umas escadas íngremes que ligam esta rua com a Rua José Cardoso Pires e que, essencialmente, servem de acesso às garagens deste condomínio, porquanto não existe (sabe-se lá porquê!) acesso pelo interior.


Como se pode constatar no local (e nas fotos) não há qualquer barreira de protecção entre as escadas e o terreno lateral que pudesse, inclusive (e mais importante), servir de corrimão.

Como informação suplementar esclareça-se que o carreiro que se vê no terreno lateral às escadas também serve, por vezes, de pista para BTT (Bicicletas de Todo o Terreno).


A colocação de uma protecção / corrimão poderia evitar quedas com, no mínimo, eventuais fracturas, consubstanciadas em sofrimento e custos desnecessários e muito mais elevados para o erário público do que o custo de material e mão-de-obra do equipamento que comprovadamente se justifica implementar.
 

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Falta o resto!



Falta o resto!

Na sequência da notícia sobre uma Caixa de Comunicações abalroada no entroncamento da Rua Oliva Guerra com a Rua Sidónio Muralha, conforme pode ser lido AQUI, verificámos que a mesma foi recolocada no lugar, como é visível na foto.

Ignoramos que entidade providenciou a reparação em tão pouco tempo, mas, não obstante esta rápida diligência, não queremos deixar de continuar a alertar (como o fizemos na notícia inicial) para a necessidade de a Câmara Municipal de Sintra mandar colocar um “pilarete” em cada um dos acessos à Rua Oliva Guerra, impedindo fisicamente a circulação de veículos, como forma preventiva de obstar a que se não venham a verificar abalroamentos não só de Caixas de Comunicações como de pessoas. A saída directa dos edifícios para a rua (sem passeios) e a existência de um espaço para crianças que ali brincam quase diariamente são razões, mais do que suficientes, para que esta medida seja assumida.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. A ignorância das autoridades responsáveis e a falta de cooperação dos moradores não poderá, no futuro, ser evocada.


Rua Alda Nogueira


Alda Nogueira

Maria Alda Barbosa Nogueira natural de Lisboa, nasceu a 19 de Março de 1923, licenciada em Ciências Fisico-Quimicas tendo exercido docência nessa área.

Militante do Partido Comunista Português (PCP) desde 1942, preocupou-se desde muito cedo com a problemática da emancipação da mulher, daí o seu envolvimento no Movimento Democrático das Mulheres.

No final da década de 40, a sua actividade de resistência à ditadura levou-a à clandestinidade, durante a qual colaborou activamente na redacção do jornal "Avante!".

Em 1957 foi eleita para o Comité Central do PCP (até 1988) e, dois anos depois, foi presa pela PIDE, tendo cumprido nove anos de prisão.

Após o 25 de Abril integrou a Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP e a Comissão junto do Comité Central para os problemas e as lutas das mulheres.

Mulher notável, grande lutadora comunista, consagrou muito da sua vida desde a juventude, a esses ideais e à causa da Emancipação da Mulher, à luta da classe operária e aos ideais da Liberdade, da Democracia e do Socialismo.

Foi deputada à Assembleia Constituinte de 1975 e eleita para a Assembleia da República em 1976, onde permaneceu até 1986.

Para além de ter exercido o cargo de Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PCP durante 12 anos, integrou também várias comissões parlamentares.

Colabora no Suplemento “A Mulher” do Diário.

Publica os livros infantis escritos ou imaginados na prisão: “Viagem numa Gota de Água” e “Viagem numa Flor” e tem no prelo “As coisas também se zangam” com ilustrações de Ana Maria Cunhal.

Colabora nas “Mãos de Fada”, na revista “Modas & Bordados”, nas “Quatro Estações”, faz conferências sobre a mulher e a ciência.

Em 1988, Alda Nogueira foi condecorada com a Ordem da Liberdade e recebeu, em 1987, a Distinção de Honra do Movimento Democrático de Mulheres.

Morreu em 5 de Março de 1998, as suas cinzas foram lançadas à terra, como era seu desejo expresso, a 8 de Março de 1998


Busto de Alda Nogueira
 
QUERO-TE
 
Ao nosso amor
Com o bom e o mau que tem
Quero-lhe bem
 
À nossa flor
Filha de grito mudo
Quero-lhe tudo
 
A ti meu bem
Trazido com os vendavais
Quero-te mais
 
Maria Alda Nogueira
Prisão de Caxias, 24 de Maio de 1961

domingo, 22 de novembro de 2009

Reuniões públicas da Câmara



REUNIÕES ORDINÁRIAS PÚBLICAS

A intervenção dos munícipes é, mais do que um direito, um dever de cidadania.

Essa intervenção pode ser concretizada, também, através da participação nas reuniões ordinárias públicas da Câmara Municipal de Sintra que se realizam-se às 09h 30m no Palácio de Valenças nos anos, meses e dias abaixo referidos.

2009

Novembro - 25
Dezembro - 16

2010


Janeiro - 27
Fevereiro - 24
Março - 31
Abril - 28
Maio - 26
Junho - 30
Julho - 28
Agosto - 25
Setembro - 29
Outubro - 27
Novembro - 24
Dezembro – 22

A informação referida, que pode eventualmente ser alterada, não despensa a consulta à página electrónica da Câmara Municipal de Sintra.


Palácio de Valenças
Rua Visconde de Monserrate
2710 – 591 SINTRA

sábado, 21 de novembro de 2009

Poesia




Oh subalimentados do sonho! A Poesia é para comer!
Natália Correia


Esta nova rubrica, “Poesia”, ora criada, contemplará e divulgará os poetas, os poemas e as tertúlias poéticas da urbanização, do concelho, do Distrito, de Portugal, do Mundo… “se a tanto nos ajudar o engenho e a arte”.

Estamos disponíveis para divulgarmos os seus poemas, preferencialmente os dos moradores da urbanização, ou notícias sobre poesia que através do nosso endereço electrónico nos queira fazer chegar.

A comunhão de interesses dos moradores da urbanização pode (e deve) também passar pela cultura, na qual a poesia é um dos expoentes mais altos.

Com o seu nome ou com um pseudónimo e referindo (apenas) o nome da rua onde mora, envie-nos um seu poema. Pode, se o entender, juntar algumas notas sobre si, sobre a sua obra poética ou sobre o estado de espírito em que se encontrava quando escreveu o poema. Uma foto (paisagens, flores, pessoas…) pode ser um complemento valioso para acompanhar a sua poesia e enquadrá-la.

Contamos consigo!


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Direitos da Criança



ANIVERSÁRIO DA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA


Os direitos das crianças não se circunscrevem a uma rua, um bairro, uma freguesia, um Concelho, um Distrito, um País, um Continente. SÃO UNIVERSAIS!

Com a devida vénia transcrevemos do sítio da Câmara Municipal de Sintra o seguinte destaque:

O 20º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança vai ser comemorado em Sintra com a inauguração da exposição “Os nossos direitos – o nosso tesouro”, que terá lugar no dia 20 de Novembro 2009 (sexta-feira), pelas 14h30, na Escola Professor Agostinho da Silva, em Casal de Cambra.

A comemoração do aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança tem vindo a ser assinalada desde 2000 pela Câmara Municipal de Sintra e pelo Comité Português para a UNICEF.

Em 2008 iniciou-se uma nova fase deste Programa que contempla, para além das Instituições de Apoio à Infância, também e sobretudo, as Escolas como espaços privilegiados de abordagem das temáticas da Cidadania e dos Direitos.

Assim, o Programa está a ser desenvolvido em dois territórios: Casal de Cambra – Solami (IPSS) e Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva (as actividades iniciaram no ano lectivo 2008/2009) e Rio de Mouro – Centro Social Paroquial Rio de Mouro e Agrupamento de Escolas Padre Alberto Neto (a partir de Janeiro 2010).

Nesta exposição, que visa promover de forma lúdica, o conhecimento da Convenção sobre os Direitos da Criança e contribuir para o exercício de uma cidadania mais responsável e solidária, vão participar os alunos das turmas envolvidas nas actividades do referido Programa (1 turma do 2º ano do 1º ciclo e duas turmas do 6º ano do 2º ciclo).

NOTA: Os sublinhados são da nossa responsabilidade.


 
Declaração dos Direitos da Criança


1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.

2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e protecção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio – A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a protecção dos pais, num ambiente de afecto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio – A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.

9º Princípio – A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Rua Fernando Piteira Santos

Fernando Piteira Santos
(n.1918 m. 1992)

Jornalista, político, historiador e professor universitário, nasceu na Amadora, no seio de uma família de fortes convicções republicanas, e aí frequentou o ensino primário e secundário.

Licenciou-se em ciências histórico-filosóficas na Universidade Clássica de Lisboa, local onde regressará como professor, entre 1974 e 1988.

Membro do Comité Central do PCP entre 1941 e 1950, ano em que foi expulso a pretexto de uma falsa acusação de delação. Antifascista, oposicionista activo, conheceu os cárceres da ditadura tendo sido preso por três vezes.

Aproximou-se então da Resistência Republicana e Socialista, e acabaria por partir para o exílio no Norte de África, após o fracassado assalto ao Quartel de Beja em 1962, do qual participou.
Em Argel, foi um dos membros fundadores da Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN), desenvolvendo um trabalho importante com o objectivo de criar um movimento unitário de oposição ao regime salazarista.

Nomeado em Maio de 1974 Director -Geral da Cultura Popular e Espectáculos, exerce o cargo apenas por um mês.

Criou e dirigiu os Centros Populares 25 de Abril e em 1977 acompanha a fundação da associação Fraternidade Operária, criada por destacados dirigentes e militantes do PS, entre os quais Lopes Cardoso e César Oliveira, descontentes com o rumo político tomado pelo partido.

Foi director do Diário de Lisboa entre 1975 e 1989.

Fonte: Centro de Documentação 25 de Abril


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sinalética perigosa porque contraditória


Já que puseram o sinal vertical de proibição de virar à esquerda, porque é que os sinais horizontais, ou seja, as setas brancas para a esquerda, não foram apagadas do chão? (parece que foram ligeiramente raspadas, mas continuam a se notar quase a 100%)!!

Este comentário colocado no Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” (AQUI) vem ao encontro das preocupações que só agora tornamos públicas considerando (a) que os acabamentos referentes às alterações se não fazem de um momento para o outro e (b) que o tempo chuvoso tem impedido que esses acabamentos se concretizem.

Não podemos, nem queremos, deixar de agradecer os comentários deste nosso vizinho que, não obstante a discordância com as alterações de trânsito efectuadas, manifesta uma preocupação responsável com a existência de sinalética contraditória e, consequentemente, propicia a eventuais acidentes.

É imprescindível que a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro intervenham com urgência na rápida solução desta anómala contraditória sinalética.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. Ignorância das autoridades responsáveis e falta de cooperação dos moradores não poderão, no futuro, ser evocados.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Rua José Cardoso Pires

José Augusto Neves Cardoso Pires

José Cardoso Pires, (2 de Outubro de 1925 — 26 de Outubro de 1998). Escritor português. Nasceu em São João do Peso, Vila de Rei, onde viveu até ir para Lisboa) com os seus pais. Passou grande parte da sua infância e adolescência na capital, onde frequentou o Liceu Camões e foi aluno de Rómulo de Carvalho. Mais tarde ingressou no curso de Matemáticas Superiores na Faculdade de Ciências de Lisboa, que não chegou a concluir.

A sua experiência da vida boémia, da rua e da noite, resultou num conhecimento que transpõe para alguns dos seus textos (p. exemplo "Alexandra Alpha"). Foi oficial da Marinha Mercante (embora por pouco tempo), e realizou esporadicamente trabalhos como jornalista e redactor de publicidade até se dedicar definitivamente à escrita. Foi colaborador de várias publicações entre as quais a revista "Almanaque", "Diário de Lisboa", "Gazeta Musical e de Todas as Artes" e revista "Afinidades".

Foi sepultado em 1998 no Cemitério dos Prazeres em Lisboa.

No âmbito do programa que evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca da Câmara Municipal de Lisboa produziu uma curta-metragem intitulada "Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" , realizada por António Cunha (director da Videoteca) cuja narrativa baseou no "Lisboa; Livro de Bordo", no qual José Cardoso Pires reflecte o seu intenso amor por Lisboa e que, nesta derradeira obra da sua vida, exalta de forma extraordinária e tantas vezes comovente.

"Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" retira ao "Lisboa, Livro de Bordo" um conjunto de excertos que, seleccionados e "trabalhados" por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada "fotograma solto" se refere.





Livros

Os Caminheiros e Outros Contos (Contos), 1949
Histórias de Amor (Contos), 1952
O Anjo Ancorado (Novela), 1958
Cartilha do Marialva (Ensaio), 1960
O Render dos Heróis (Teatro), 1960
Jogos de Azar (Contos), 1963 ; 1993
O Hóspede de Job (Romance), 1963
O Delfim (Romance), 1968
Dinossauro Excelentíssimo (Sátira), 1972
E agora, José ? (Ensaio), 1977
O Burro em Pé (Contos), 1979
Corpo-Delito na Sala de Espelhos, 1980
Balada da Praia dos Cães (Romance), 1982
Alexandra Alpha (Romance), 1987
A República dos Corvos (Contos), 1988
Cardoso Pires por Cardoso Pires (Crónicas), 1991
A Cavalo no Diabo (Crónicas), 1994
De Profundis, Valsa Lenta (Crónicas), 1997
Lisboa, Livro de Bordo (Crónicas), 1997
Lavagante, editado em 2008

Filmes

Algumas das suas obras foram adaptadas ao cinema:

Balada da Praia dos Cães, realização de José Fonseca e Costa (1987)
Casino Oceano, realização de Lauro António (1983)
O Delfim, realização de Fernando Lopes (2001)
A Rapariga dos Fósforos, realização de Luís Galvão Teles (1978)
Ritual dos Pequenos Vampiros, realização de Eduardo Geada (1984)

Teatro

Algumas das suas obras foram também levadas à cena.

O Render dos Heróis (1960)
Corpo Delito na Sala de Espelhos

e ao Teatro Radiofónico, como "Uma simples flor nos teus cabelos claros" (EN) e "Balada da Praia dos Cães" (folhetim EN)

Prémios

Prémios ao autor

Prémio Internacional União Latina, Roma, 1991
Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Ultimo Novecento, Pisa, 1992
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1994
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1997
Prémio Pessoa, 1997
Grande Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, 1998

Prémios às obras

Prémio Camilo Castelo Branco, pelaa Sociedade Portuguesa de Escritores, 1964 (O Hóspede de Job)
Grande Prémio de Romance e Novela, pela Associação Portuguesa de Escritores, 1982 (Balada da Praia dos Cães)
Prémio Especial da Associação dos Críticos do Brasil, São Paulo, 1988 (Alexandra Alpha)
Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)
Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires

No âmbito do programa com que a Câmara Municipal de Lisboa evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca Municipal produziu este filme cuja narrativa baseou no “Lisboa; Livro de Bordo”, onde o autor reflecte o seu intenso amor por Lisboa, que nesta derradeira obra da sua vida exalta de forma extraordinária e comovente.

“Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires” retira ao “Lisboa, Livro de Bordo” um conjunto de excertos que, seleccionados e “trabalhados” por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada “fotograma solto” se refere.



Fotogramas soltos das Lisboas de Cardoso Pires from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.

PRODUÇÃO Videoteca Municipal CONCEPÇÃO e REALIZAÇÃO António Cunha DIRECÇÃO de FOTOGRAFIA e MONTAGEM Miguel Pité DIRECÇÃO de PRODUÇÃO Inês Sapeta Dias e Carlos Coelho IMAGENS ADICIONAIS Fernando Carrilho e Carlos Coelho STEADYCAM Ricardo Vale SOM DIRECTO Vitor Mota APOIO à PRODUÇÃO Joaquim Mendes - Luisa Jorge - Fernando Carrilho GRAFISMOS Fátima Rocha PESQUISA de IMAGENS ADICIONAIS Luisa Jorge SELECÇÃO e TRATAMENTO de TEXTOS Inês Pedrosa e António Cunha

Saiba mais sobre José Cardoso Pires AQUI e AQUI