sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

HOJE: Dia Nacional da Esclerose Múltipla




Resolução do Conselho de Ministros n.119/2006

A esclerose múltipla é uma doença crónica do sistema nervoso central, de causa desconhecida e, actualmente, sem cura, que surge frequentemente em idades jovens e possui um elevado potencial incapacitante, impondo aos doentes necessidades multidimensionais, que requerem uma abordagem multiprofissional e prolongada no tempo.

Reveste-se, pois, da maior importância promover a diminuição da intensidade, duração e frequência das crises, bem como o controlo eficaz dos sintomas associados à doença, o que só é possível, e apenas em alguns casos, através de intervenção farmacológica.

É, sobretudo, essencial disponibilizar informação relativa à doença, que permita às população em geral dirigir-se aos profissionais de saúde, deste modo possibilitando um diagnóstico precoce da esclerose múltipla e a prestação de cuidados antecipatórios que possam retardar a sua evolução natural.

A institucionalização do Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla permitirá, assim, dar a conhecer ao público a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da doença, para evitar a progressão rápida da mesma, ao mesmo tempo salientando a importância das redes de cuidados continuados na prestação de cuidados de saúde em estados avançados da doença, quando o quadro clínico dos doentes é estável e as situações de dependência extrema não permitem que o doente permaneça no respectivo ambiente familiar.

Assim:

Nos termos da alínea g) do artigo 199º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

Instituir o Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla, cuja celebração ocorrerá no dia 4 de Dezembro de cada ano.

Presidência do Conselho de Ministros, 31 de Agosto de 2006. – O Primeiro-Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.


NOTAS:

1 – Os sublinhados são da nossa responsabilidade.

2 – A associação de doentes “Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla” disponibiliza mais informação sobre a doença e eventuais apoios AQUI.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Gás Natural - Segurança do equipamento



Toda a instalação de gás, a partir da válvula de corte de fogo até ao interior de casa (com excepção do contador) incluindo tubagem, acessórios, equipamentos e aparelhos a gás são da responsabilidade do cliente.

Sabia que é da responsabilidade do cliente manter em bom estado de conservação e funcionamento a instalação de gás e proceder às inspecções periódicas obrigatórias?

Deve, por isso, zelar pela sua correcta utilização e manutenção, e promover inspecções às instalações de gás sempre que:

Proceder a quaisquer alterações à instalação, que devem ser sempre realizadas por uma empresa credenciada *;

Se completem 5 anos sobre a inspecção anterior (inspecção quinquenal) no caso de instalações domésticas com mais de 20 anos. Como resultado destas inspecções deve ser emitido, por uma entidade inspectora *, um certificado comprovando que, no local de consumo, a instalação de gás obedece rigorosamente ao disposto na legislação em vigor. Por lei, estas inspecções são obrigatórias e estão a cargo do cliente.


O não cumprimento destas disposições pode, em caso de sinistro provocado pelo sistema de gás natural, obviar a que a Companhia de Seguros providencie o ressarcimento de eventuais prejuízos daí resultantes.


* consulte a lista de empresas instaladoras e entidades inspectoras credenciadas, emitida pela Direcçao Geral de Energia e Geologia, em www.dgge.pt.


Fonte: NEWSLETTER 3º trimestre 2009 da Galp energia (www.galpenergia.com)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Maus exemplos de segurança



Em Lisboa, Porto, Coimbra e em muitas outras localidades os acessos através de escadas encontram-se, quase todos, apetrechados com corrimãos, centrais ou laterais, porquanto as respectivas autarquias, desde há muitos anos, consideraram que este acessório era (é) necessário para a segurança dos seus respectivos munícipes.

A Urbanização de Vale Mourão, uma urbanização recentemente construída, uma urbanização que se pretende moderna, não segue, ainda, os bons exemplos de segurança.




 
 
 
 
 
 
 
Veja-se as escadas que da Rua Mário Dionísio dão acesso à Praceta António Gedeão (ou vice versa) e que não são, como as fotos elucidam, um exemplo de segurança.
 
 

 
Esperamos que a visita (vide AQUI) feita à urbanização no passado dia 28 de Setembro, pelos Serviços do Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Sintra e a Firma Beirobra, com o objectivo de avaliar as situações relacionadas com a segurança de pessoas e bens que seriam consideradas prioritárias, tenham julgado como prioritária a colocação de um corrimão nestas escadas.
 
Embora não seja da responsabilidade directa da Junta de Freguesia de Rio de Mouro a resolução desta necessidade importa que, no âmbito das intervenções que faça na Assembleia Municipal, não descure este e outros problemas.
 
Importa que se não descure o que se passa na urbanização para, pelo menos, manter o nível de qualidade que queremos (os moradores) preservar.
 

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Rua Mário Dionísio

Mário Dionísio


Mário Dionísio (Lisboa, 16 de Julho de 1916 - Lisboa, 17 de Novembro de 1993) foi um escritor e pintor português do século XX. Licenciou-se em Filologia Românica em 1940 na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.

Foi professor do ensino liceal/secundário e depois da Revolução dos Cravos da Faculdade de Letras, onde havia tirado o curso. Interveio em diversas conferências, debates, além de ter colaborado em publicações periódicas como a Seara Nova, Vértice ou Diário de Lisboa e foi também tradutor.

Prefaciou diversos autores como Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira e José Cardoso Pires e Alves Redol. Sensibilizado pela pintura, não só pintou como lhe dedicou alguns livros, como por exemplo A Paleta e o Mundo. Enquanto pintor, usou os pseudónimos de Leandro Gil e José Alfredo Chaves. Participou em diversas exposições colectivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura.




«Reunião Clandestina», óleo s/ tela, 97 x 130, 1947. Exposto na III EGAP (1948), na exposição Arte Moderna -Vértice (1949), em Almada (1949), com o título «Interior»; na Galeria Nasoni (1989), no Celeiro da Patriarcal de Vila Franca de Xira (1991), CAM da FCG (1991), na exposição Neo-Realismo/Neo-Realismos (1996), no Museu da Resistência e Coimbra (1996), na Abril em Maio (2001), na exposição «Um tempo, um Lugar» em Vila Franca de Xira (2005).
Obras

Poemas e Ficção

Poemas (1941)
O Dia Cinzento (1944)
Solicitações e Emboscadas (1945)
O Riso Dissonante (1950)
Memória dum Pintor Desconhecido (1965)
Poesia Incompleta (1966, onde reuniu toda a obra publicada até então)
Le Feu qui Dort (1967)
Não Há Morte Nem Princípio (1969)
Terceira Idade (1982)
Monólogo a Duas Vozes (1986)
Autobiografia (1987)
A Morte É para os Outros (1988)

Obras sobre pintura

Vincent Van Gogh (1947)
Conflito e Unidade da Arte Contemporânea (1958)
A Paleta e o Mundo (1956, publicada depois em 5 volumes.)

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre.”
Saiba mais sobre Mário Dionísio AQUI

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Poema para o meu neto




POEMA PARA O MEU NETO

Quando sorris para mim
Alegras meu coração;
És um ramo de jasmim,
És uma rosa em botão.

O teu sorriso, meu amor,
É o Sol da minha vida,
Dá-me luz, dá-me calor,
Consola minh’alma f’rida...

Esse riso cristalino
É uma fonte d’água pura,
É toque de violino,
È meu jardim de ventura.

Esse sorriso, bebé,
É meu doce predilecto;
E digo com muita fé:
Hás-de ser feliz, meu neto!

Nita
Novembro 2004

(Residente na Urbanização de Vale Mourão)



Abrimos esta recém-criada rubrica com um poema que nos fala de crianças (netos) e de idosos (avós) numa referência muito intimista.

Aguardamos o contributo poético dos moradores conforme foi divulgado AQUI.

Observação: As fotos são da responsabilidade deste Blogue

domingo, 29 de novembro de 2009

Mais de 6 anos para não obter uma resposta!



Corria o longínquo ano de 2002 quando um Condomínio, cuja garagem colectiva tem entrada e saída para a Rua Mário Dionísio, se queixou (em Junho) ao Gabinete de Apoio ao Munícipe da Câmara Municipal de Sintra (GAM) da perda de visibilidade quando as viaturas saiam da referida garagem porquanto se verificam estacionamentos indevidos.

Mais esclareceram o GAM que se já tinham verificado alguns acidentes, embora só com prejuízos materiais e, para obviar a situações mais graves, solicitavam a colocação de “lombas” na rua ou “pinos” nos passeios ou (em alternativa ou conjuntamente) um “espelho” que permitisse uma maior visibilidade.

Não tendo obtido qualquer resposta num período de tempo razoável (três anos) insistiram pela resposta a que se julgavam com direito em 2005, mais precisamente em Fevereiro.

Há cerca de um ano, em Setembro/ Outubro de 2008… continuavam sem receber, passados mais de seis anos sobre a apresentação do assunto, qualquer resposta.

Ignoramos se presentemente (2009) estes moradores já receberam a informação a que têm direito, mas que o GAM da Câmara Municipal de Sintra, pelo menos até 2008 ainda não tinha dado.

Também nos não queremos pronunciar sobre se as soluções propostas pelos moradores serão as melhores, mas do que não temos dúvidas é que não é este o procedimento correcto com que um serviço municipal se deve relacionar com os munícipes. Mais de 6 anos para não obter uma resposta. Qualquer resposta. Mesmo que negativa!

O vereador Lino Ramos detém (nesta data) o pelouro do “Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de Processos” que compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de processos.

Começa a ser o momento, passados que são 6 anos, de questionar o vereador sobre se considera um direito do munícipe obter uma resposta (qualquer resposta) sobre os assuntos que sejam colocados e, em caso afirmativo, como quero crer, exigir uma intervenção na gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe que são funções inerentes ao pelouro que lhe foi (a ele vereador) distribuído. Para que no futuro se não volte a repetir.


sábado, 28 de novembro de 2009

Junta de Rio de Mouro FECHADA



Transcrito do Portal da Junta de Freguesia de Rio de Mouro:


Informa-se de que a Junta de Freguesia de Rio de Mouro estará encerrada nos dias:

30 de Novembro de 2009

07 de Dezembro de 2009

24 de Dezembro de 2009

31 de Dezembro de 2009

As apresentações do IEFP marcadas para estes dias terão de ser feitas obrigatoriamente até às 16 horas no Centro de Emprego em Sintra.

Pergunta-se: PORQUÊ?


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Guia de Recursos



Em Dezembro de 2008 a Junta de Freguesia de Rio de Mouro elaborou e publicou um “Guia de Recursos” fruto do trabalho de uma Comissão Social.

Pretendeu a Comissão (e a Junta) que o documento relatasse todos os Serviços e Equipamentos existentes na Freguesia e, nalguns casos, muito poucos e muito específicos, de fora da Freguesia.

Não se trata de um documento acabado e inalterável. Antes pelo contrário. As indicações nele constantes podem já ter sido alteradas e, também, já existirem outros Serviços e Equipamentos. Em qualquer circunstância trata-se de uma iniciativa louvável a criação deste documento.

Porém, para que este trabalho tenha uma continuidade meritória, justificava-se a sua actualização anual e consequente divulgação, no mínimo, em suporte digital.

O Guia de Recursos (2008), em formato PDF, pode ser acedido AQUI.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Acordos e Desacordos autárquicos




Menos de dois meses após as últimas eleições autárquicas algumas alterações e manifestações politico partidárias, que julgamos relevantes, tiveram lugar no Concelho de Sintra.

A saber:

1 – O MPT – Movimento Partido da Terra – que integrou a candidatura aos órgãos autárquicos de Sintra na “Coligação Mais Sintra (PPD/PSD - CDS-PP – PPM - MPT)” veio denunciar o Acordo Autárquico celebrado por ocasião da Eleição dos Órgãos das Autarquias Locais com o PSD, o CDS e o PPM referente ao Município de Sintra em virtude do reiterado incumprimento dos termos políticos acordados entre as Partes, da responsabilidade, segundo o MPT, exclusiva do Presidente da Câmara Municipal de Sintra e da estrutura local do Partido Social Democrata.

2 – O CDS-PP rompeu com a “Coligação Mais Sintra (PPD/PSD - CDS-PP – PPM - MPT)” na freguesia de Algueirão – Mem Martins (Sintra) responsabilizando o PPD/PSD pela constituição de um executivo da Junta com 2 elementos da CDU e apenas 1 do CDS-PP e acusando-o (ao PPD/PSD) de falta de respeito e intolerância.

3 – Na freguesia de Rio de Mouro irão ser atribuídos à CDU 2 pelouros no Executivo e a Presidência da Mesa da Assembleia de Freguesia, acordo que viabilizará uma maioria governativa.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ampliação da Escola de Vale Mourão




Só hoje (e agora) tomámos conhecimento da Reunião da Assembleia Municipal de Sintra que terá lugar amanhã, dia 26 de Novembro, às 20,30 horas, no Palácio Municipal de Valença, em Sintra.

Nesta Assembleia podem intervir, desde que previamente inscritos, munícipes de Sintra.

Para os moradores de Vale Mourão esta Assembleia Municipal reveste-se de alguma importância porquanto irá votar a afectação de recursos para a ampliação da Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim-de-infância de Vale Mourão.

Sobre ensino e educação tivemos ocasião de emitir opinião sobre a mudança de local a que são obrigados os alunos que terminem o 1º Ciclo. (vide AQUI).

Impõe-se que a Associação de Pais, através dos seus representantes, que estarão certamente informados sobre a realização desta reunião, como lhes cabe, se tenham inscrito para intervirem e, na Reunião da Assembleia Municipal, intervenham.

Intervenham para, como o já fizeram, no passado, afixando panos no gradeamento da Escola com frases de alerta para a situação, insistirem na permanência no local dos alunos que terminem o 1º Ciclo. É o mínimo que pode e deve ser exigido a quem aceitou ser representante da Associação de Pais livremente e sem outra motivação que não seja a defesa dos superiores interesses das crianças.

Assim o espera a comunidade de Vale Mourão.


O Edital da Assembleia Municipal pode ser acedido AQUI