domingo, 20 de dezembro de 2009

Promessas!




Os órgãos de comunicação social, designadamente os locais, divulgaram as promessas eleitorais feitas pelo actual Presidente da Câmara Municipal de Sintra.

Contámos 28 compromissos dos quais 11 são reivindicações (exigências) já feitas ou a fazer ao Governo da Republica. Por outras palavras: Estas 11 promessas são fáceis de cumprir. Basta uma cartinha ao Ministério apropriado e a promessa (Exigir ao Governo) está cumprida. Se a exigência é ou não concretizada já é outra história. Em qualquer circunstância fica-se sempre bem na fotografia. Logo no inicio do mandato já sabemos que ficam cumpridas 11 das 28 promessas.

Para mais tarde, no final do mandato, podermos (todos nós) avaliar o trabalho dos componentes da “Coligação Mais Sintra” passamos a transcrever as promessas eleitorais que fomos repescando nos órgãos de comunicação social locais:

1. Aumentar a exigência de quadros médicos

2. Continuar a exigir a construção de novos edifícios para forças de segurança em Belas, Agualva-Cacém e Sintra/Terrugem

3. Continuar a exigir ao Governo a concretização da Circular Nascente ao Cacém

4. Continuar a exigir ao governo a construção do hospital de Sintra

5. Continuar a exigir ao Governo a reformulação da EN 117 (Queluz-Belas)

6. Continuar a exigir ao Governo o reforço de efectivos policiais para o concelho

7. Desafiar o Governo e a Autoridade Metropolitana de Transportes a estenderem o metropolitano até Queluz

8. Exigir ao Governo a conclusão do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML) do qual depende o PDM

9. Exigir ao Governo a renovação do Centros de Saúde de Sintra, Queluz, Belas, Algueirão e Agualva

10. Exigir ao Governo melhores apoios às Instituições de Solidariedade Social

11. Exigir ao Governo o reforço da acção social escolar, ao nível do 2º e 3º ciclos, do Ensino Básico e Secundário

12. Assumir a conclusão do Cacém Polis, substituindo a Administração Central

13. Avançaremos com a Circular Poente ao Cacém

14. Completar a construção de novos Jardins-de-Infância e Escolas Básicas, incluindo as escolas da responsabilidade do Ministério da Educação

15. Conclusão da revisão do Plano Director Municipal (PDM) com a integração e revisão do Plano de Groer, do Plano Verde, do Plano da Serra da Carregueira e da analise definitiva da reconversão e legalização das Áreas Urbanas de Génese Ilegal

16. Concretização da Cidade do Cinema

17. Concretização do enterramento das linhas de Alta Tensão

18. Concretização do túnel da avenida dos Missionários, Agualva

19. Concretizar o Parque de Campismo Municipal

20. Continuar a aposta no reforço de agentes e equipamentos para a Policia Municipal

21. Continuaremos a apoiar fortemente as Instituições de Solidariedade Social

22. Criação de um projecto que diferencie Sintra na área das energias renováveis

23. Dinamização do fluxo turístico, através da criação de uma rede de albergues acessíveis e com qualidade

24. Implantação do pólo principal do Museu do Ar

25. Lutar pela alteração das coroas do passe social (Meleças e Sintra)

26. Reabertura da Pousada da Juventude

27. Reforçar a oferta de manuais escolares, transportes e refeições escolares

28. Reordenamento dos centros industriais de Abrunheira, São Marcos e Pêro Pinheiro/Montelavar


sábado, 19 de dezembro de 2009

Junta do Cacém - EM ACTUALIZAÇÃO



Desde há mais de 2 meses que o Portal da Junta de Freguesia do Cacém se encontra “EM ACTUALIZAÇÃO”.

Aguardamos ansiosamente pelo Portal actualizado.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ecopontos: segurança e estética






Só um morador muito distraído não terá constatado que os recipientes de lixo foram substituídos, bem como os recipientes destinados a vidros, papéis, plásticos. Por outras palavras, foram substituídos os caixotes que permitem a separação de resíduos com o fim de facilitar a reciclagem dos mesmos resíduos.

Até aqui, tudo bem.

Constata-se, porém, que os locais onde estão colocados os caixotes não se encontram adaptados aos mesmos. Queremos acreditar que os serviços respectivos da Câmara Municipal não deixarão de resolver esta questão (que também é estética) o mais breve possível.

Tudo isto para dizer, essencialmente, que nos não parece que colocar os caixotes na via por onde circulam carros (Rua Manuel da Fonseca), como as fotos documentam, seja a solução ideal.






ATENÇÃO: Observe-se, na útima foto, que o vulgarmente designado por Caixote do Lixo, tem o pedal de abertura virada para o exterior, o que obriga os moradores a sairem do passeio para ali colocarem o lixo.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O matagal



Se percorrer a Rua Natália Correia a partir da esquina com a Rua Mário Dionísio encontrará do lado esquerdo uma ligação, através de escadas, com a Praceta António Gedeão.

Mas não só! Ir-se-á deparar com um matagal a que, com muiiiiiita imaginação, chamará de canteiro florido. A ou as empresas contratadas pela autarquia (ou pelo urbanizador?) não se terão apercebido deste local protegido por uma rede. Protegido não se sabe bem de quê, para quê ou porquê.

Este matagal é ladeado por duas escadas que dão acesso não só às entradas de edifícios como ligam, como já foi dito a Praceta António Gedeão à Rua Natália Correia. Estivessem estes dois poetas vivos e não deixariam de por em verso este espectáculo pouco dignificante de uma urbanização recentemente construída.

As fotos que se seguem são mais exemplificativas da situação do que mil palavras.







Impõe-se uma limpeza urgente e a colocação de um corrimão de segurança em cada escada e de um outro em substituição da rede que veda o matagal.
 




quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Festa da Amizade e dos Valores Humanos


Informaram-nos (esperemos seja que verdade) que no próximo dia 18, Sexta-feira, se vai realizar na EB1/JI (a escola da Urbanização de Vale Mourão) a já tradicional Festa de Natal que, nós por aqui, defensores não radicais da escola pública leiga, preferimos chamar de Festa da Amizade e dos Valores Humanos.

Este ano, porém, o H1N1 (o tal vírus da Gripe A, ex-gripe suína) parece ser o responsável por a escola se não abrir à presença dos familiares dos pequeninos estudantes.

Na nossa modesta opinião a razão principal porque a escola se não pode abrir à presença dos familiares nas festas deve-se, independentemente da Gripe, às condições existentes, no que se refere, essencialmente, à falta de espaço.

(Aguardamos que as verbas recentemente aprovadas pela Assembleia Municipal para a ampliação da Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim-de-infância de Vale Mourão (ver notícia AQUI) venham a ter efeitos práticos já a partir do próximo ano lectivo.)




















No ano passado tivemos oportunidade de constatar no local a dedicação, o empenho, a alegria, a ternura que professores e alunos puseram na sua (deles) Festa. As condições em que então decorreu o evento não foram as melhores devido ao espaço disponível, mas foram, indiscutivelmente as melhores se considerarmos mais uma vez o extraordinário empenho dos organizadores e executantes que, com muito pouca coisa, muita imaginação e muito trabalho, obtiveram resultados surpreendentes ao nível da participação dos alunos, realçando-se que tudo foi feito com a “prata da casa” ou seja, com os alunos e o pessoal docente e discente deste estabelecimento de ensino.

Se na verdade os professores tem o dever profissional de realizar estes eventos, já, ao colocar na realização dos mesmos todo o empenhamento estão, indiscutivelmente, a dar exemplos de fraternidade, de valores que vão para além das suas obrigações e que poderão vir a ser utilmente apreendidos por aqueles a quem se dirigem: as crianças.

Que tudo volte a correr bem são os votos do Blogue da Urbanização de Vale Mourão.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sinalização esquizofrénica















A saúde mental dos automobilistas (moradores ou não na urbanização) começa a ser cada vez mais difícil de manter equilibrada.

Conforme já referimos AQUI os automobilistas que se deslocam vindos da ponte/rotunda sobre o IC19 para entrar na urbanização são confrontados quase simultaneamente com um sinal vertical que os proíbe virar à esquerda e um sinal horizontal (no chão) que lhes permite virar à esquerda.

Constata-se que também os automobilistas que saem da urbanização vindos da Rua José Gomes Ferreira se lhes depara um sinal vertical de perda de prioridade e um sinal horizontal de “Stop” que os obriga a parar.

Os condutores têm que num curto espaço de tempo fazer opções perante as mensagens contraditórias que lhes chegam ao cérebro. Na situação retratada nas fotos e que agora estamos a apresentar os condutores têm que, em segundos, constatar se alguma viatura se apresenta pela esquerda, decidir se param, mesmo que nenhuma viatura se lhes atravesse ou se optam por dar prioridade ao sinal vertical.

A Câmara Municipal de Sintra não deve (porque poder pode, como se vê) alterar a sinalização sem que muito rapidamente corrija todas as anomalias que daí resultem. É uma questão de programação. E de bom senso…


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Obstáculos desnecessários




Já em 2004, na esquina da Rua Sidónio Muralha com a Rua Oliva Guerra, os moradores se deparavam com um “ponto de água” que, em nossa opinião, se destinaria a fornecer água aos bombeiros em caso de incêndio.



Esse “ponto de água”, a que falta uma protecção, encontrava-se plantado no centro do passeio, artéria por onde se supõe que os peões circulem. Caso se encontrasse no meio da rua, artéria por onde se supõe que os veículos circulem, quem o tivesse feito seria de imediato e no mínimo, chamado “à atenção”. Mas, no meio do passeio, enfim…

A colocação, evitável, de obstáculos no meio de passeios contribui para a insegurança das pessoas que neles circulam. É expectável que quem decida sobre a colocação de equipamentos necessários para uma ainda melhor qualidade urbanística tenha a preocupação de os posicionar de forma a perturbar o menos possível a circulação dos peões, ou seja, junto dos prédios ou, preferencialmente, nas bermas do passeio.

O equipamento colocado no meio de um passeio é não só um obstáculo perigoso para as pessoas portadoras de deficiência visual (cegos ou amblíopes), como pode perturbar a circulação dos que se deslocam em cadeira de rodas.



Contudo, há umas duas ou três semanas, foram retirados, com alguma dificuldade, as tampas dos bocais do “ponto de água”, provavelmente para reparação.

E o “ponto de água”, que ignoramos se funcional, inestético, um autêntico “mamarracho”, esperando, eventualmente, que os bocais voltem a ser colocados e, talvez, também a cobertura que lhe é devida, lá se mantém mesmo sitio, bem no meio do passeio. Até quando?

A propósito (ou talvez não), sobre a Rua Oliva Guerra já nos pronunciámos por pelo menos 2 vezes, mais precisamente AQUI e AQUI. Resultados? Ainda nenhuns.


domingo, 13 de dezembro de 2009

Os sinais estão lá



Até a colocação de sinalização que informe a proximidade de estrada em mau estado de conservação é descurada. A colocação de painéis, pedindo desculpa pelos inconvenientes, seria o mínimo que a autarquia deveria exigir de si própria no respeito pelos munícipes.”

A frase em cima foi retirada da informação (vide AQUI) colocada neste Blogue há 5 dias, sob o titulo “Pedir desculpa dignifica quem o faz”, referente à rotunda, situada em frente do recentemente construído “Mini Preço”, na Rua Máximo da Silva, que se encontrava, há mais de um mês, num estado lastimoso que merecia o reparo de todos os automobilistas que por ali passavam.

Não obstante terem sido disfarçadas algumas imperfeições a obra continua muito má, até porque inacabada.










Contudo, desde ontem, que nos tenhamos apercebido, já não podemos afirmar que a sinalização de estrada em mau estado de conservação está descurada. Pelo menos para quem entre na urbanização vindo da ponte/rotunda que se localiza sobre o IC19. Os sinais estão lá, como se pode ver nas fotos.
 
Não vemos é nenhum painel “pedindo desculpas pelos inconvenientes”, mas isso, convenhamos, já era pedir demais.
 

sábado, 12 de dezembro de 2009

Respeito, precisa-se!!!





A Reunião de Câmara Pública a realizar no dia 16 de Dezembro não terá lugar por razões de funcionalidade.” É o que se pode ler no Portal da Câmara Municipal de Sintra, AQUI.

É apenas o que se lê e que, devido possivelmente à nossa iliteracia, não conseguimos entender.

Razões de funcionalidade? O Palácio das Valenças (local onde é uso terem lugar as reuniões) caiu? Roubaram as cadeiras, impedindo que as pessoas se sentem? Os trabalhadores da Câmara Municipal que dão apoio às sessões estão em greve, nesse dia? O quadro eléctrico estoirou? Que funcionalidade deixou de funcionar?!!!

Senhores vereadores, será que os munícipes não são merecedores de um esclarecimento mais desenvolvido?

Haja deus!!!


NOTA: As datas das reuniões públicas da Câmara Municipal de Sintra podem ser lidas AQUI


NOTA APOCRIFIA – (colocada em 2009-12-12 cerca 21h30m)

No Portal da Câmara Municipal de Sintra, foi acrescentado ao texto acima referido a azul, a ordem de trabalhos da próxima Reunião Extraordinária e Privada da Câmara Municipal de Sintra a realizar no dia 14 de Dezembro de 2009.

Em qualquer circunstância os comentários acima efectivados continuam válidos.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Morador alerta para mais um ponto inseguro




O que nos surpreende (?) é que numa urbanização recentemente edificada, que oficialmente ainda não terá sido “entregue” à Câmara Municipal de Sintra, se verifiquem múltiplos pontos de insegurança como vimos apontando.

O que nos surpreenderá (?) é que os serviços da edilidade não desenvolvam com a rapidez que se justifica acções tendentes a resolvê-los.

Alertados por uma moradora (e muitos já o vêm fazendo) trazemos ao conhecimento público (e também como o vimos fazendo, ao conhecimento da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia de Cacém e de Rio de Mouro) umas escadas, mais precisamente as que ligam as ruas Mário Dionísio e Alda Nogueira, sem qualquer protecção.




Desnecessário, por evidente, se torna preconizar a instalação de um corrimão.