sábado, 2 de janeiro de 2010

Ainda a propósito (ou a despropósito) do matagal



Quis um nosso vizinho dar uma informação e, simultaneamente, fazer um comentário público (que agradecemos) acerca do “poste” colocado neste mesmo Blogue e que pode ser lido AQUI.

A concordância genérica com quase tudo o que refere parece ter que ser óbvia.

O voluntarismo de quem tomou a iniciativa de colocar a rede no referido “canteiro” foi feita, não se tenha dúvidas, com as melhores das intenções e, eventualmente, com a finalidade de resolver de forma expedita uma situação que podia perturbar a saúde e segurança dos que residiam perto do local. Contudo, saiba-se que não é permitido, por Lei, que os privados executem melhoramentos, obras, no espaço público, sem que para tal se encontrem devidamente autorizados (licenciados), podendo, se o fizerem, incorrer em penalizações e, se for o caso, indemnizações por eventuais danos causados. Claro que há excepções, mas que, salvo melhor opinião, se não aplicam à situação a que concretamente nos referimos.

Acerca da observação referente aos dejectos dos animais (cães) para além de ser um acto nada cívico, mesmo um desprezo pelos direitos dos outros, é um atentado à saúde de todos, mais especificamente das crianças, conforme pode ser lido no “poste”, Crianças e Cães, AQUI.

É nossa convicção que as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia existem para servir os respectivos munícipes e fregueses, devendo esse serviço ser prestado no equilíbrio do erário público que lhes está atribuído e tendo em conta as necessidades e a justiça que é devida a cada aglomerado populacional. Assim, a acção cívica de cada um dos cidadãos tem que passar pela permanente denuncia e avaliação da gestão dos autarcas, a quem deve ser exigida permanente “prestação de contas”, concluindo-se, nos finais dos mandatos, pela rejeição (no momento do voto) dos partidos e / ou dos autarcas que, no entender de cada munícipe e / ou freguês, não tenham correspondido com uma gestão equilibrada e justa.

Será isto que se passa?



sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Janeiro - Janus


JANUS
JANEIRO

Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro.

Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes.

Existem, no entanto, em alguns locais, representações daquele deus com quatro faces.

Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz. De acordo com tradição só foram fechadas duas vezes na história — uma no reinado de Numa e outra no de Augusto.

Os romanos associavam Janus com a divindade etrusca Ani.

Janeiro é o primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano. É composto por 31 dias. O nome provém do latim Ianuarius, décimo-primeiro mês do calendário de Numa Pompílio, o qual era uma homenagem a Jano, deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o futuro. Júlio César estabeleceu que o ano deveria começar na primeira lua nova após o solstício de inverno, que no hemisfério norte era a 21 de Dezembro, a partir do ano 709 romano (45 a.C.). Nessa ocasião o início do ano ocorreu oito dias após o solstício. Posteriormente o início do ano foi alterado para onze dias após o solstício.

Transcrição: wikipédia, A Enciclopédia Livre


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

ANO NOVO - VIDA NOVA



A “Véspera de Ano-Novo” ou “Noite de São Silvestre” é a “passagem-do-ano”, “noite-de-ano-novo” ou “véspera de Ano-Novo”, a noite de 31 de dezembro em vários países da Europa, anterior ao “Dia de Ano-Novo”, nos países que seguem o calendário gregoriano.

Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da “Véspera de Ano-Novo”, para se aguardar o ano que chega e, à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para o 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício.

Acredita-se que a designação de “Noite de São Silvestre” se deve a uma lenda segundo a qual a Virgem Maria estaria muito triste contemplando o oceano Atlântico, quando se aproximou São Silvestre e tentou consolá-la. A Virgem explicou-lhe que estava com saudades da antiga Atlântida e então o santo disse-lhe que deviam fazer algo de alegre que ficasse na memória dos homens. Então a Virgem chorou e as suas lágrimas transformaram-se em “pérolas”, no oceano, uma das quais foi a ilha da Madeira, a “pérola do Atlântico”; ao mesmo tempo, apareceram no céu lindas luzes, segundo o “testemunho dos antigos”. Essa lenda teria sido a motivação para o lançamento de fogos-de-artifício durante a noite de passagem do ano.

O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada “réveillon”, termo oriundo do verbo “réveiller”, que em português significa "despertar".

Esta comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o dia 1º de janeiro como o “Dia do Ano-Novo” em 46 A.C.

Fonte:Wikipédia, A enciclopédia livre


FELIZ ANO NOVO

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

“BURACO” = PERIGO




A estrada de Vale Mourão, pelo menos na parte que faz fronteira com a urbanização, foi há ainda pouco tempo objecto de reparação do piso. A mesma estrada onde, há também relativamente pouco tempo, foram pintadas, não se sabe bem para quê, delimitações de lugares de estacionamento de viaturas ligeiras.




Pois é, na estrada a que nos estamos a referir, mais precisamente no cruzamento com a Rua Cesário Verde, foi colocada uma “árvore natal”. Claro que estamos a brincar, embora o assunto não seja para brincadeiras, pelo perigo que representa para o trânsito.




O “buraco” encontra-se, como as fotos o mostram, desde, pelo menos, o passado dia 26 de Dezembro. Nós, cá por Vale Mourão, iremos contando os dias até que a Câmara Municipal de Sintra proceda às reparações que se justifiquem ser urgentes.







terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Agradecimento



Continua o Blogue da Urbanização de Vale Mourão a receber demonstrações de simpatia, mesmo de apreço, que não podemos (nem desejamos) deixar de agradecer.

É o caso de alguém residente na urbanização que nos deu conhecimento de duas mensagens que remeteu respectivamente ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra e ao Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro. Em ambas se dá conhecimento da existência deste Blogue e se apela a que sejam feitos, pelas entidades a quem se dirige, os comentários às questões existentes na urbanização.

Não queremos deixar de agradecer os termos com que adjectiva este espaço virtual e que, por algum pudor, nos abstemos de revelar.




segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Os munícipes querem saber porquê




Voltando à Rua Oliva Guerra encontramos mais umas escadas que a ligam à Praceta Camilo Pessanha.















Basta olhar para as fotos para constatar que o necessário corrimão não está lá. Porquê? A Câmara Municipal de Sintra terá a resposta. Os munícipes querem saber porquê.


domingo, 27 de dezembro de 2009

Temos futuro?...




(…) deparei com este armário que suponho ser da EDP que fruto do vandalismo ou da intempérie que varreu o país, está no estado em que se pode ver nas fotografias.

Telefonei de imediato para o piquete da empresa, e dou conhecimento aqui no blogue.

Obrigado pela excelente iniciativa da criação deste local, e desejos de um bom ano de 2010 com desejos de resolução dos muitos problemas que a nossa urbanização ainda tem.”



Foi este o texto que recebemos de um morador da nossa urbanização e que aqui reproduzimos conjuntamente com as 2 fotos que vinham anexas.

O “armário” referido está colocado na Rua Manuel da Fonseca quase esquina com a Praceta Maria Judite de Carvalho.

Permitimo-nos acrescentar ao texto deste nosso vizinho que, além dos motivos evocados para o derrube, também se pode ter verificado um abalroamento provocado por um carro ao estacionar, porquanto o “armário” encontra-se junto da berma do passeio e não tem qualquer pilar de protecção.

De registar que o autor da notícia tomou a iniciativa de comunicar a ocorrência para o piquete da EDP numa atitude cívica que, nos tempos que correm, é de enaltecer.

Com exemplos destes, a juntarem-se a outros já aqui mencionados e a proliferarem, temos futuro.



NOTA APOCRIFIA – (colocada em 2009-12-27 cerca 15h45m)

Um morador da urbanização, que supomos residir perto local a que a notícia se refere e a quem desde já agradecemos, fez-nos chegar a seguinte informação:

A caixa que se encontra caída é normalmente derrubada por viaturas a estacionar naquele local, já aconteceram diversas vezes; a ideia que tenho é que a mesma é uma caixa de distribuição de sinal propriedade da TV Cabo.


sábado, 26 de dezembro de 2009

Regulamento das Bibliotecas Municipais de Sintra



(Foto retirada do Portal da Câmara Municipal de Sintra)


Encontra-se em apreciação pública, desde 18 de Dezembro passado, o Regulamento de Organização, Funcionamento e Utilização da Rede de Bibliotecas Municipais de Sintra, conforme se pode ler no trecho extraído do Diário da República, 2.ª série — N.º 244 — 18 de Dezembro de 2009, a páginas 51349 a 51362:

(…) Projecto de Regulamento de Organização, Funcionamento e Utilização da Rede de Bibliotecas Municipais de Sintra seja submetido a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artigos 117.º e 118.º do CPA pelo prazo de 30 (30 dias).

O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação do presente Aviso em 2.ª série de Diário da República.

Assim, torna -se público que o Projecto acima referido e que integra o presente aviso para todos os efeitos legais, se encontra também disponível ao público através de Edital afixado nos lugares de estilo, no Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processos, suas Delegações e na página da Câmara Municipal de Sintra na Internet em www.cm -sintra.pt.

Os eventuais contributos podem ser endereçados ou entregues no Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processos, Lg.º Dr. Virgílio Horta, 2710 SINTRA, através do fax 219238551 ou através do e -mail geral@cm -sintra.pt. (…) ”.

A proposta de Regulamento pode ser acedida através do Portal da Câmara Municipal de Sintra AQUI

O desconhecimento da Lei não aproveita a ninguém, ou seja, não se pode alegar que se desconhecia a Lei para desculpabilizar o seu não cumprimento. Logo, um cidadão informado é um cidadão mais consciente dos seus direitos e obrigações.

O ideal será, contudo, tomarmos conhecimento e termos a possibilidade de intervir na feitura das Leis (Regulamentos Municipais são Leis) antes de as mesmas serem promulgadas. Se não queremos ser ANTES um cidadão participativo, DEPOIS não sejamos um cidadão “coitadinho”.



Encontram-se, ainda em consulta pública, os seguintes documentos:

Plano de Pormenor de São Marcos e Vale Rebolias
Deliberação da Câmara Municipal relativa à não qualificação do Plano de pormenor de São Marcos e Vale e Rebolias para efeitos de avaliação ambiental e relatório, no sentido de o mesmo não carecer de avaliação ambiental estratégica.

Projecto de Regulamento de Atribuição do Selo de Qualidade ao Artesanato produzido no Município de Sintra
Submete-se a inquérito público pelo prazo de 30 dias, contados a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento da Organização, Gestão e Funcionamento da Rede de Museus Municipais de Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Alterações ao Regulamento de Animais do Município de Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento das Bibliotecas Municipais Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento de Atribuição de Prémios Literários de Sintra – Inquérito Público
Submetido a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117º e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias (publicado a 18 de Dezembro de 2009).

Os documentos acima referidos podem ser acedidos no Portal da Câmara Municipal de Sintra AQUI


Também aqui faltam... corrimãos




A localização da urbanização terá alegadamente contribuído para a construção de escadas em quantidade que não beneficia as acessibilidades, não só a portadores de deficiência como a pessoas cuja idade avançada lhes condicione a mobilidade.

Contudo, uma urbanização para todos, impõe que se implementem corrimãos em todas as escadas, como uma forma de diminuir as dificuldades de acesso.
















Estas, como se regista nas fotos, são mais umas escadas, duas por sinal, que se localizam entre a Rua Oliva Guerra e a Rua Manuel da Fonseca e onde os corrimãos se justificam.
 
Continua-se a não compreender que a Câmara Municipal de Sintra não tenha exigido ao Urbanizador a colocação de corrimãos em todas as escadas.
 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Boas Festas




É Natal, e p’ra meu mal
No lugar em que estou
Eu não passei o Natal
O Natal é que passou.

(Escrito na prisão, por autor desconhecido)




"Os primórdios do Natal

A história do Natal, ao contrário do que possamos pensar, é muito anterior ao próprio cristianismo, datando de há cerca de 4000 anos. De facto, a maioria dos rituais que hoje associamos ao Natal, tais como a troca de presentes, a iluminação das casas (muitas vezes com velas ou a própria lareira), os cânticos e as procissões religiosas, tiveram origem na antiga Mesopotâmia. Estes rituais faziam parte do conjunto de celebrações nos dias que antecediam a passagem do ano, e serviam para auxiliar o Deus Supremo dos Mesopotâmios, Marduk, na sua luta contra os monstros do caos, batalha que durava 12 dias.

Já os Persas e Babilónios levavam a cabo celebrações semelhantes, chamadas Sacaea, nas quais os amos trocavam de lugar com os seus servos.

Os primeiros europeus, sobretudo os celtas e alguns povos da Escandinávia, por altura do Solstício de Inverno, quando as noites ficavam maiores e os dias diminutos, temiam que o sol não regressasse e, como tal, levavam a cabo festas religiosas especiais para apressar o seu regresso.


Troca de presentes e velas

A troca de presentes e o uso de velas como símbolos festivos da época tiveram origem na Saturnalia, celebração pagã romana em honra do Deus Saturno, que começava em meados de Dezembro e terminava a 1 de Janeiro. Nesta altura eram feitos enormes banquetes, visitavam-se os amigos, decoravam-se as casas com velas e trocavam-se amuletos da sorte.


O porquê do Natal a 25 de Dezembro

Há quem defenda que o Natal cristão a 25 de Dezembro foi convencionado como forma de combater toda e qualquer celebração pagã do mês de Dezembro, nomeadamente a Saturnalia, como vimos anteriormente. Assim, e para que esta convenção fosse universalmente aceite, nada melhor do que absorver alguns dos rituais pagãos, como as velas e trocas de presentes. E, como nunca se conseguiu determinar com exactidão a data do nascimento de Cristo, o mês de Dezembro, sendo mês de celebração de muitos pagãos, parecia ser a época mais indicada – no ano de 350 AC, o Bispo de Roma, Julius I, determinou que o Natal passasse a ser celebrado a 25 de Dezembro.


A origem da árvore de Natal

Explicada que ficou a origem do conceito de Natal, temos agora uma nova incógnita: como surgiu a árvore de Natal? Como é que uma árvore decorada pode estar ligada ao conceito de Natal? Tal como as celebrações dos mês de Dezembro, também a árvore, símbolo da vida, faz parte de um conjunto de tradições anteriores ao Cristianismo, pois tanto Egípcios como Chineses e Hebreus usavam as árvores nas suas casas no dia mais curto do ano como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Antes da conversão ao Cristianismo, os povos Teutónicos e Escandinavos costumavam utilizar árvores nas suas casas e celeiros para afugentar os demónios.

Já o costume de ornamentar a árvore pode ter tido origem nos hábitos druidas de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades no último dia em que as noites eram maiores que os dias. Também noutras culturas se utilizavam grinaldas, luzes e fogos para simbolizar vida e calor no meio do frio e da escuridão.

Mas Igreja Católica tratou de fazer a ponte entre estes rituais pagãos e os interesses do Cristianismo: a árvore de Natal dos tempos modernos teve origem na Alemanha durante a Idade Média, constituindo uma alegoria à árvore do Paraíso de Adão e Eva. Nas igrejas decoravam-se pinheiros com hóstias e velas, e, da intenção pagã de afastar demónios, a árvore iluminada passou a servir o propósito de representar Cristo como a luz do mundo.

A primeira referência explícita a uma Árvore de Natal data apenas do século XVI, na Alemanha, onde as famílias decoravam árvores com papéis coloridos, frutos e doces. Esta tradição estendeu-se a toda Europa e chegou ao Novo Mundo através dos emigrantes alemães.


O Presépio, os Reis Magos e a Estrela de Belém

A par da árvore de Natal, um dos símbolos natalícios mais comuns nos países católicos é a reprodução do cenário onde Cristo nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o menino Jesus. Nestes países, de que Portugal é um bom exemplo, o presépio foi sempre mais utilizado do que a árvore de Natal. O presépio teve origem em Itália, com São Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse um presépio à frente do qual o Santo celebrou missa.

Já os Reis Magos, avisados pela visão da Estrela de Belém, que os guiou até ao local onde se encontrava Jesus Menino, representam o reconhecimento, por todos os homens, ricos e pobres, de que nascera o filho de Deus feito homem. Numa interpretação bastante mais recente do conceito, os Reis Magos, celebrados a 6 de Janeiro (dia de São Mateus), são considerados um símbolo da união dos povos, representados pelos Reis através da sua raça: Gaspar, o negro; Melchior, o branco; e Baltazar, o asiático.


O Pai Natal

O Pai Natal é, actualmente, um dos símbolos natalícios mais comuns em todo mundo, muito embora o seu culto tenha tido uma origem bastante marginal relativamente a outras tradições. Assim, pouco mais se sabe além de que, há muitos anos, viveu na antiga Turquia um bispo chamado Nicolau, que auxiliava todas as crianças pobres. A própria indumentária do Pai Natal tem origem nos paramentos de cor escarlate usados pelos bispos. Muitos anos depois da sua morte, Nicolau foi canonizado, e muitas lendas e mitos surgiram então em torno da sua pessoa. Não se sabe bem por que razão, o culto de São Nicolau chegou à Holanda, a partir da qual o mito se difundiu em todo o mundo, nomeadamente através dos colonos holandeses na América. Hoje em dia, crianças de todo o mundo aguardam todo o ano a chegada do Pai Natal, que traz presentes para todos."

Transcrito de “Comezainas






SAÚDE, PAZ, AMOR, ALEGRIA
 SÃO OS NOSSOS VOTOS

 PARA
 RESIDENTES E TRABALHADORES DA URBANIZAÇÃO

 PARA
  TODOS OS NOSSOS LEITORES


Sugestões:

Natal – Imagens

Natal – Tradições

Natal é Festa

Natal na RTP (para crianças)

Natal todos os dias