domingo, 3 de janeiro de 2010

Controle de velocidade barato...



As autarquias despendem elevadas quantias para promover um efectivo controlo de velocidade. Fazem-no, não só para proteger os peões como os “doidos do volante”. Porém, quem na realidade paga são os munícipes.

Do outro lado do oceano surgiu uma ideia que pode contribuir para reduzir mais custos que os despendidos com a implementação de radares, sinais luminosos, enfim, toda uma gama de aparelhos controladores de velocidades excessivas.

Mas, isto funciona como controle de velocidade?

Funcionaria consigo? Comigo, não sei se parava, mas que reduzia substancialmente a velocidade, não tenho dúvidas.

Veja as fotos (uma a uma) e depois, não se esqueça, registe o seu comentário.










Bastante eficaz, não???? – especialmente porque os “buracos” são mudados de sítio todos os dias.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Ainda a propósito (ou a despropósito) do matagal



Quis um nosso vizinho dar uma informação e, simultaneamente, fazer um comentário público (que agradecemos) acerca do “poste” colocado neste mesmo Blogue e que pode ser lido AQUI.

A concordância genérica com quase tudo o que refere parece ter que ser óbvia.

O voluntarismo de quem tomou a iniciativa de colocar a rede no referido “canteiro” foi feita, não se tenha dúvidas, com as melhores das intenções e, eventualmente, com a finalidade de resolver de forma expedita uma situação que podia perturbar a saúde e segurança dos que residiam perto do local. Contudo, saiba-se que não é permitido, por Lei, que os privados executem melhoramentos, obras, no espaço público, sem que para tal se encontrem devidamente autorizados (licenciados), podendo, se o fizerem, incorrer em penalizações e, se for o caso, indemnizações por eventuais danos causados. Claro que há excepções, mas que, salvo melhor opinião, se não aplicam à situação a que concretamente nos referimos.

Acerca da observação referente aos dejectos dos animais (cães) para além de ser um acto nada cívico, mesmo um desprezo pelos direitos dos outros, é um atentado à saúde de todos, mais especificamente das crianças, conforme pode ser lido no “poste”, Crianças e Cães, AQUI.

É nossa convicção que as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia existem para servir os respectivos munícipes e fregueses, devendo esse serviço ser prestado no equilíbrio do erário público que lhes está atribuído e tendo em conta as necessidades e a justiça que é devida a cada aglomerado populacional. Assim, a acção cívica de cada um dos cidadãos tem que passar pela permanente denuncia e avaliação da gestão dos autarcas, a quem deve ser exigida permanente “prestação de contas”, concluindo-se, nos finais dos mandatos, pela rejeição (no momento do voto) dos partidos e / ou dos autarcas que, no entender de cada munícipe e / ou freguês, não tenham correspondido com uma gestão equilibrada e justa.

Será isto que se passa?



sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Janeiro - Janus


JANUS
JANEIRO

Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro.

Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes.

Existem, no entanto, em alguns locais, representações daquele deus com quatro faces.

Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz. De acordo com tradição só foram fechadas duas vezes na história — uma no reinado de Numa e outra no de Augusto.

Os romanos associavam Janus com a divindade etrusca Ani.

Janeiro é o primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano. É composto por 31 dias. O nome provém do latim Ianuarius, décimo-primeiro mês do calendário de Numa Pompílio, o qual era uma homenagem a Jano, deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o futuro. Júlio César estabeleceu que o ano deveria começar na primeira lua nova após o solstício de inverno, que no hemisfério norte era a 21 de Dezembro, a partir do ano 709 romano (45 a.C.). Nessa ocasião o início do ano ocorreu oito dias após o solstício. Posteriormente o início do ano foi alterado para onze dias após o solstício.

Transcrição: wikipédia, A Enciclopédia Livre


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

ANO NOVO - VIDA NOVA



A “Véspera de Ano-Novo” ou “Noite de São Silvestre” é a “passagem-do-ano”, “noite-de-ano-novo” ou “véspera de Ano-Novo”, a noite de 31 de dezembro em vários países da Europa, anterior ao “Dia de Ano-Novo”, nos países que seguem o calendário gregoriano.

Na cultura ocidental, faz-se uma ceia no dia da “Véspera de Ano-Novo”, para se aguardar o ano que chega e, à meia-noite da passagem de 31 de Dezembro para o 1º de Janeiro, faz-se uma queima de fogos de artifício.

Acredita-se que a designação de “Noite de São Silvestre” se deve a uma lenda segundo a qual a Virgem Maria estaria muito triste contemplando o oceano Atlântico, quando se aproximou São Silvestre e tentou consolá-la. A Virgem explicou-lhe que estava com saudades da antiga Atlântida e então o santo disse-lhe que deviam fazer algo de alegre que ficasse na memória dos homens. Então a Virgem chorou e as suas lágrimas transformaram-se em “pérolas”, no oceano, uma das quais foi a ilha da Madeira, a “pérola do Atlântico”; ao mesmo tempo, apareceram no céu lindas luzes, segundo o “testemunho dos antigos”. Essa lenda teria sido a motivação para o lançamento de fogos-de-artifício durante a noite de passagem do ano.

O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada “réveillon”, termo oriundo do verbo “réveiller”, que em português significa "despertar".

Esta comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o dia 1º de janeiro como o “Dia do Ano-Novo” em 46 A.C.

Fonte:Wikipédia, A enciclopédia livre


FELIZ ANO NOVO

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

“BURACO” = PERIGO




A estrada de Vale Mourão, pelo menos na parte que faz fronteira com a urbanização, foi há ainda pouco tempo objecto de reparação do piso. A mesma estrada onde, há também relativamente pouco tempo, foram pintadas, não se sabe bem para quê, delimitações de lugares de estacionamento de viaturas ligeiras.




Pois é, na estrada a que nos estamos a referir, mais precisamente no cruzamento com a Rua Cesário Verde, foi colocada uma “árvore natal”. Claro que estamos a brincar, embora o assunto não seja para brincadeiras, pelo perigo que representa para o trânsito.




O “buraco” encontra-se, como as fotos o mostram, desde, pelo menos, o passado dia 26 de Dezembro. Nós, cá por Vale Mourão, iremos contando os dias até que a Câmara Municipal de Sintra proceda às reparações que se justifiquem ser urgentes.







terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Agradecimento



Continua o Blogue da Urbanização de Vale Mourão a receber demonstrações de simpatia, mesmo de apreço, que não podemos (nem desejamos) deixar de agradecer.

É o caso de alguém residente na urbanização que nos deu conhecimento de duas mensagens que remeteu respectivamente ao Presidente da Câmara Municipal de Sintra e ao Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro. Em ambas se dá conhecimento da existência deste Blogue e se apela a que sejam feitos, pelas entidades a quem se dirige, os comentários às questões existentes na urbanização.

Não queremos deixar de agradecer os termos com que adjectiva este espaço virtual e que, por algum pudor, nos abstemos de revelar.




segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Os munícipes querem saber porquê




Voltando à Rua Oliva Guerra encontramos mais umas escadas que a ligam à Praceta Camilo Pessanha.















Basta olhar para as fotos para constatar que o necessário corrimão não está lá. Porquê? A Câmara Municipal de Sintra terá a resposta. Os munícipes querem saber porquê.


domingo, 27 de dezembro de 2009

Temos futuro?...




(…) deparei com este armário que suponho ser da EDP que fruto do vandalismo ou da intempérie que varreu o país, está no estado em que se pode ver nas fotografias.

Telefonei de imediato para o piquete da empresa, e dou conhecimento aqui no blogue.

Obrigado pela excelente iniciativa da criação deste local, e desejos de um bom ano de 2010 com desejos de resolução dos muitos problemas que a nossa urbanização ainda tem.”



Foi este o texto que recebemos de um morador da nossa urbanização e que aqui reproduzimos conjuntamente com as 2 fotos que vinham anexas.

O “armário” referido está colocado na Rua Manuel da Fonseca quase esquina com a Praceta Maria Judite de Carvalho.

Permitimo-nos acrescentar ao texto deste nosso vizinho que, além dos motivos evocados para o derrube, também se pode ter verificado um abalroamento provocado por um carro ao estacionar, porquanto o “armário” encontra-se junto da berma do passeio e não tem qualquer pilar de protecção.

De registar que o autor da notícia tomou a iniciativa de comunicar a ocorrência para o piquete da EDP numa atitude cívica que, nos tempos que correm, é de enaltecer.

Com exemplos destes, a juntarem-se a outros já aqui mencionados e a proliferarem, temos futuro.



NOTA APOCRIFIA – (colocada em 2009-12-27 cerca 15h45m)

Um morador da urbanização, que supomos residir perto local a que a notícia se refere e a quem desde já agradecemos, fez-nos chegar a seguinte informação:

A caixa que se encontra caída é normalmente derrubada por viaturas a estacionar naquele local, já aconteceram diversas vezes; a ideia que tenho é que a mesma é uma caixa de distribuição de sinal propriedade da TV Cabo.


sábado, 26 de dezembro de 2009

Regulamento das Bibliotecas Municipais de Sintra



(Foto retirada do Portal da Câmara Municipal de Sintra)


Encontra-se em apreciação pública, desde 18 de Dezembro passado, o Regulamento de Organização, Funcionamento e Utilização da Rede de Bibliotecas Municipais de Sintra, conforme se pode ler no trecho extraído do Diário da República, 2.ª série — N.º 244 — 18 de Dezembro de 2009, a páginas 51349 a 51362:

(…) Projecto de Regulamento de Organização, Funcionamento e Utilização da Rede de Bibliotecas Municipais de Sintra seja submetido a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artigos 117.º e 118.º do CPA pelo prazo de 30 (30 dias).

O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação do presente Aviso em 2.ª série de Diário da República.

Assim, torna -se público que o Projecto acima referido e que integra o presente aviso para todos os efeitos legais, se encontra também disponível ao público através de Edital afixado nos lugares de estilo, no Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processos, suas Delegações e na página da Câmara Municipal de Sintra na Internet em www.cm -sintra.pt.

Os eventuais contributos podem ser endereçados ou entregues no Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processos, Lg.º Dr. Virgílio Horta, 2710 SINTRA, através do fax 219238551 ou através do e -mail geral@cm -sintra.pt. (…) ”.

A proposta de Regulamento pode ser acedida através do Portal da Câmara Municipal de Sintra AQUI

O desconhecimento da Lei não aproveita a ninguém, ou seja, não se pode alegar que se desconhecia a Lei para desculpabilizar o seu não cumprimento. Logo, um cidadão informado é um cidadão mais consciente dos seus direitos e obrigações.

O ideal será, contudo, tomarmos conhecimento e termos a possibilidade de intervir na feitura das Leis (Regulamentos Municipais são Leis) antes de as mesmas serem promulgadas. Se não queremos ser ANTES um cidadão participativo, DEPOIS não sejamos um cidadão “coitadinho”.



Encontram-se, ainda em consulta pública, os seguintes documentos:

Plano de Pormenor de São Marcos e Vale Rebolias
Deliberação da Câmara Municipal relativa à não qualificação do Plano de pormenor de São Marcos e Vale e Rebolias para efeitos de avaliação ambiental e relatório, no sentido de o mesmo não carecer de avaliação ambiental estratégica.

Projecto de Regulamento de Atribuição do Selo de Qualidade ao Artesanato produzido no Município de Sintra
Submete-se a inquérito público pelo prazo de 30 dias, contados a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento da Organização, Gestão e Funcionamento da Rede de Museus Municipais de Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Alterações ao Regulamento de Animais do Município de Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento das Bibliotecas Municipais Sintra
Submete-se a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117 e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias. O prazo de 30 dias é contado, a partir da publicação de Aviso em II Série de Diário da República (18 de Dezembro de 2009).

Projecto de Regulamento de Atribuição de Prémios Literários de Sintra – Inquérito Público
Submetido a apreciação pública e audição dos interessados, nos termos dos artºs 117º e 118º do CPA pelo prazo de 30 (trinta) dias (publicado a 18 de Dezembro de 2009).

Os documentos acima referidos podem ser acedidos no Portal da Câmara Municipal de Sintra AQUI


Também aqui faltam... corrimãos




A localização da urbanização terá alegadamente contribuído para a construção de escadas em quantidade que não beneficia as acessibilidades, não só a portadores de deficiência como a pessoas cuja idade avançada lhes condicione a mobilidade.

Contudo, uma urbanização para todos, impõe que se implementem corrimãos em todas as escadas, como uma forma de diminuir as dificuldades de acesso.
















Estas, como se regista nas fotos, são mais umas escadas, duas por sinal, que se localizam entre a Rua Oliva Guerra e a Rua Manuel da Fonseca e onde os corrimãos se justificam.
 
Continua-se a não compreender que a Câmara Municipal de Sintra não tenha exigido ao Urbanizador a colocação de corrimãos em todas as escadas.