quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
A dança das cadeiras autarquicas começou
(Publicado no semanário "Expresso" de 24 de novembro de 2012)
(Recebido por mensagem eletrónica em 24 de novembro de 2012)
SEM COMENTÁRIOS, o que é em si mesmo um comentário
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Devia ter "emigrado" para um concelho vizinho? (Continuação)
Devia ter "emigrado" para um concelho vizinho? Possivelmente... (Continuação)
Em 18 de Maio passado (Ver AQUI) demos voz a um dos residentes da Urbanização e não esperávamos que fosse obtida qualquer resposta por parte dos serviços da Câmara Municipal de Sintra.
Enganámo-nos! Do Gabinete Municipal de apoio ao Munícipe e Controlo de Processos o reclamante recebeu a resposta que transcrevemos:
“Exmo. Senhor (…)
Relativamente ao problema apresentado via email em 12-05-2012, informo V.Exa., que após diligências efectuadas junto do Departamento de Ambiente, Serviços e Gestão Urbana, que se procedeu à desmatação do local.
Oportunamente serão prestados esclarecimentos acerca das diligências efetuadas pelo Departamento de Obras Municipais e HPEM - Higiene Pública, EM.”
Terá sido o protesto e os nossos comentários que terão contribuído (as eleições estão perto) para alterar a situação? Ou poderá este ser um sinal de que, independentemente da conjuntura, a situação está efetivamente a mudar?
Não queremos, também, deixar dar conhecimento da resposta deste residente:
“Agradeço a amabilidade da resposta e da informação prestada, assim como, obviamente os serviços de desmatação efectuados no local. Foi o suficiente para os locais em causa ficarem com um melhor aspecto e certamente melhorar a cidadania de todos.
No entanto, em relação à desmatação, permita-me um pequeno reparo pela forma como o trabalho foi realizado e pelos vistos concluido. Cortaram o mato em causa, reuniram tudo em vários montes e lá continuam eles à espera que alguém os recolha ou que o tempo os seque e sejam levados pelo vento...Outra situação é o lixo que se encontrava dentro do mato e agora por lá continua. Obviamente tudo curtadinho mais lixo se vê. Não é novo, é o que lá estava antes escondido.
Efectivamente quando estava em curso a comercialização dos prédios, o urbanizador tinha os espaços verdes todos relvados e fazia uma gestão dos mesmos, mas mal terminaram as vendas, retirou torneiras, mangueiras e todos os equipamentos que instalou nos diversos locais, e nesse momento foi pena que a CMS não tenha intervido de imediato. Bem sei que todos estes serviços de jardinagem, água, etc, têm os seus custos mas fazem parte das competências e obrigações municipais, no entanto poderiam ter dialogado com os moradores e talvez se pudesse ter chegado a uma acção conjunta com a participação de todos.
Mas ainda não é tarde pois há tanto para fazer e para melhorar...
Obrigado.”
A nossa esperança de que a denúncia pública tenha um efeito persuasor nos autarcas do Conselho de Sintra e muito especialmente nos que são responsáveis pela Urbanização de Vale Mourão aumentou.
É imprescindível tomarmos consciência que isoladamente podemos não obter satisfação das justas necessidades da Urbanização, mas, juntos e organizados, trazendo para fora dos gabinetes, para a praça pública, os nossos problemas, a nossa força será consideravelmente maior e as possibilidades de alcançarmos resultados positivos serão, também, maiores.
Temas:
Associativismo,
Equipamentos,
Intervenção cívica
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Devia ter "emigrado" para um concelho vizinho? Possivelmente...
Devia ter "emigrado" para um concelho vizinho? Possivelmente...
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”
Duvidamos que os protestos aqui colocados, por si só, tenham os resultados que todos os residentes e trabalhadores na urbanização desejam.
Perspetivando o futuro e numa apreciação meramente política poderemos imaginar, sabendo que o atual Presidente da Câmara Municipal de Sintra está de partida, que o Vice-Presidente, aquando das próximas eleições autárquicas, não deixará de gritar, bem alto, que AGORA, com ele, as coisas vão mudar. Como que se nestes anos todos em que foi (é) o número dois na gestão do município não tivesse qualquer responsabilidade.
Entretanto, alguns dos residentes na urbanização, os eventualmente com maior consciência cívica, prosseguem a pedagógica ação de, através deste espaço virtual, alertarem para a necessidade de lavrarem publicamente o respetivo protesto.
No final deste texto pode-se emitir uma opinião sobre o mesmo de forma muito simples. Não demora mais que um segundo a assinalar se aplaude, concorda ou discorda do que é dito.
Aqui deixamos mais um protesto / desabafo de quem tem o direito de residir em condições.
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“Olá a quem ler,
Sou residente em Vale Mourão, que pressuponho pertença ao Concelho de Sintra, correcto? Esta minha dúvida não é falta de escolaridade, é mesmo falta de saber qual a entidade responsável por este pequeno território muito perto do centro da Cidade Património Mundial.
Tive oportunidade há uns anos atrás de trocar alguns e-mails com o presidente da Junta de Freguesia, ainda em exercício, sobre este assunto. Resultado: não conclusivo. A Beirobra ainda não "passou" a responsabilidade e a C. M. Sintra ainda não "recebeu" a responsabilidade. Os moradores têm de aguardar.
O tempo passou e nada mudou. Ou melhor, alterou o facto da Beirobra ter fechado e ninguém responsabilizado. Os moradores têm de aguardar.
Em Dezembro passado abordei o Presidente da Câmara de Sintra sobre a responsabilidade da urbanização e efectivamente sem receber qualquer esperança ou promessa foi-me dito que aguardava que as garantias bancárias pudessem ser eventualmente activadas. Os moradores têm de aguardar.
Já moro aqui há mais de 10 anos! Como vai ser? Quais as expectativas? Além da sinalização de trânsito e recolha do lixo não consigo identificar qualquer sinal de autoridade ou gestão camarária.
Pedido:
-» Limpeza;
-» Parque infantil;
-» Jardinagem dos espaços;
-» Aproveitamento daquela construção/edifício ainda com algumas paredes amarelas e alguns vidros inteiros que eventualmente seria para um mercado ou algo parecido. Pode ser tudo menos mais um "mamarracho";
-» Paragens de camionetas dignas das pessoas estarem resguardadas;
-» Gestão e manutenção deste pequeno território/lugar/sítio/ponto geográfico.
Será que aguardam a total degradação dos espaços, prédios, ou das ruas? Pretendem que estas fiquem iguais ao centro do Cacém ou à Tapada das Mercês para depois intervirem com um eventual programa Pólis? Não creio que volte a haver...Estou certo que se os habitantes forem chamados à sua responsabilidade civil estarão prontos. E os senhores?
Escolhi há 10 anos continuar a morar neste concelho. Infelizmente já existia a realidade do cimento e do betão em diversas freguesias actualmente cidades, mas por muito que gostasse de morar numa falésia da Praia Grande, num chalet de Colares, na Beloura, Penha Longa ou na Vila Histórica estes locais não tinham soluções para as minhas capacidades financeiras. Devia ter "emigrado" para um concelho vizinho? Possivelmente...
Nota: Se for importante para uma resposta, informo que da minha habitação vislumbro o Palácio da Pena e a Serra de Sintra. Penso que desta forma consigo argumentos válidos para uma verdadeira intervenção...
Cumprimentos”
Temas:
Associativismo,
Equipamentos,
Intervenção cívica
segunda-feira, 30 de abril de 2012
DONOS de PORTUGAL
DONOS de PORTUGAL
Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui. Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.
A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em http://www.donosdeportugal.net/.
Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, publicado em 2010 pelas edições Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.
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O Vídeo abaixo é um "trailer" de um excelente documentário que aconselhamos
Temas:
Educação,
Intervenção cívica
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Avaliação de Prédios Urbanos
AVALIAÇÃO GERAL DE PRÉDIOS URBANOS
Legislação - Artigos 5.º e 6.º da Lei nº. 60-A/2011, de 30 de novembro, que aditou os artigos 15.º-A a 15.º-P ao Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro.
Saiba mais AQUI
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Quando faz frio... Que fazer?
Informação divulgada pela Protecção Civil:
Na sequência do briefing técnico realizado esta manhã entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil, o Instituto de Meteorologia, a Direcção-Geral da Saúde e o Instituto da Solidariedade e Segurança Social, há a salientar um conjunto de medidas de autoprotecção face às temperaturas baixas, em especial durante a noite, em particular entre Sexta-feira e Sábado (dias 3 e 4 de Fevereiro).
É necessário especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas. A Direcção-Geral da Saúde recomenda a adopção das seguintes medidas:
• que se evite a exposição prolongada ao frio e as mudanças bruscas de temperatura;
• o uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
• a protecção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol);
• a ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o alcool que proporciona uma falsa sensação de calor;
• especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade.
A Autoridade Nacional de Protecção Civil recomenda ainda:
• especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex. braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação e levar à morte;
• que se assegure uma adequada ventilação das habitações, quando não for possivel evitar o uso de braseiras ou lareiras;
• que se evite o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;
• que se tenha em atenção a condução em locais onde se forme gelo na estrada, adoptando uma condução defensiva;
• especial atenção por parte das famílias e vizinhos, e das redes sociais de proximidade, com as situações de pessoas idosas e em condição de maior isolamento.
Para além das recomendações acima descritas, encontrará informação adicional em www.dgs.pt, www.meteo.pt e www.prociv.pt.
Através da Linha Saúde 24 (808 24 24 24) poderão os cidadãos obter esclarecimentos adicionais sobre os efeitos do frio na saúde, medidas de autoprotecção ou ser devidamente encaminhados para os serviços de saúde quando se justifique.
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