domingo, 20 de abril de 2014

Para que "NÃO APAGUEM A MEMÓRIA"






ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL EVOCA SALGUEIRO MAIA NO LARGO DO CARMO
e
EVOCA MEMÓRIA DOS CIDADÃOS ASSASSINADOS PELA PIDE/DGS


A Associação 25 de Abril (A25A) comemora os 40 anos do 25 de Abril no Largo do Carmo, em Lisboa, pelas 11 horas, evocando a memória de Salgueiro Maia e nessa memória personifica a homenagem a todos os militares de Abril.

Após a intervenção do Presidente da Direção da A25A será organizada uma romagem ao edifício onde funcionava a PIDE/DGS (Rua António Maria Cardoso – Lisboa) para se evocar a memória dos cidadãos assassinados na tarde do dia 25 de Abril de 1974 pela polícia política, polícia que era, entre outros, um dos sustentáculos do regime dos ditadores antónio salazar e marcelo caetano.

Transcreve-se o Comunicado da A25A:


COMUNICADO

Em 2012 e 2013 a Associação 25 de Abril (A25A) decidiu não aceitar o convite para assistir à sessão solene comemorativa do 25 de Abril na Assembleia da República.

Nas duas ocasiões, a A25A difundiu as razões que a levaram a essa atitude e que se prenderam com os crescentes desvios às esperanças e aos valores de Abril.

Este ano, porque essas razões se acentuaram, a Associação 25 de Abril voltou a declinar o convite para marcar presença na sessão solene da Assembleia da República comemorativa dos 40 anos da Revolução dos Cravos.

Face à insistência no convite, às declarações públicas e à visita da Presidente da Assembleia da República à sede da A25A, por considerar a presença dos militares de Abril “imprescindível e insubstituível”, a Associação 25 de Abril voltou a admitir alterar a sua posição caso fosse convidada para usar da palavra na referida sessão solene.

Como a vontade do Parlamento não correspondeu à iniciativa da Dra. Assunção Esteves, mantendo-se a recusa em dar voz aos militares de Abril, a Direcção da Associação reitera a sua decisão de não aceitação do convite.

Não pondo em causa a consideração que a A25A nutre pela instituição Assembleia da República, a “casa da Democracia”, a Direcção da Associação 25 de Abril informa que decidiu levar a efeito uma evocação a Salgueiro Maia, nela personificando a homenagem a todos os militares de Abril, no Largo do Carmo, no dia 25 de Abril às 11.00, evento para o qual desafia toda a população.

Mais informa que, nessa circunstância, o Presidente da Direcção da A25A proferirá uma intervenção de fundo na linha da que seria feita na sessão solene na Assembleia da República.

Após esse tributo, será organizada uma romagem ao edifício onde funcionava a PIDE/DGS, na Rua António Maria Cardoso, para evocação da memória dos cidadãos ali assassinados no fim da tarde de 25 de Abril.

Lisboa, 17 de Abril de 2014

A Direcção


Eu lá estarei!
Para que "NÃO APAGUEM A MEMÓRIA"


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Reunião pública



Informação importante

ÚLTIMA HORA


Está marcada uma Reunião Pública da Junta de Freguesia de Rio de Mouro para o próximo dia 22 de Abril, pelas 18.00 horas, na Escola Básica, sita na Rua Natália Correia, na Urbanização de Vale de Mourão.

É importante o maior número de presenças, embora a hora (período laboral) não seja a mais apropriada, porque só assim se avalia o interesse e as reivindicações dos residentes.

É uma boa oportunidade para junto dos autarcas se abordarem assuntos de interesse da escola e da urbanização. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Não sabemos?




Do Semanário Expresso, com data de 27 de setembro de 2013



NOS NÃO SABEMOS VOTAR

Segundo um inquérito  do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, a maioria dos magistrados acha que nós não sabemos votar. Não me surpreendo nem perturbo com esta con clusão. Pelo contrário, subscrevo-a inteiramente. Por inerência das minhas obrigações de médico, oiço sempre as queixas dos meus doentes relativas às suas situações sociais, pois a saúde não é só a ausência de doença, como lembra a OMS, mas sim o bem estar físico, mental e social. A partir deste meu observatório, por onde já desfilaram milhares de seres humanos ávidos de atenção, vou ouvindo confissões que, por serem muito repetidas, me permitem concluir (tal como aos magisttados) que nós não temos cultura política e, consequentemente, não sabemos votar: ignoramos que, quando votamos num partido, nas eleições legislativas, estamos a contribuir com tês euros e tal para esse partido; não sabemos o que são listas uninominais; desconhecemos que a Constituição se autobloqueia a alterações propostas por iniciativa dos cidadãos; receamos o voto em branco porque receamos que nas mesas de voto alguém ponha a cruzinha por nós; achamos que os partidos não merecem confiança e queixamo-nos das taxas moderadoras, mas como "temos que ter quem nos governe", votamos nos do costume; os critérios para vermos qual é o menos mau tem a ver com reflexos condicionados próprios do consumismo, e não com o exercício da razão; recusamos votar num partido que nunca tenha governado porque, sem funda mentação, consideramos que são todos iguais, etc. E os resultados das nossas más escolhas estão à vista!

José Madureira, Porto

(Expresso, 27 de setembro de 2013, página 34)


E os resultados das nossas escolhas em Sintra?

E os resultados das nossas escolhas em Rio de Mouro?

E os resultados das nossas escolhas em Vale Mourão?




sexta-feira, 27 de setembro de 2013

VAMOS RESOLVER 4 PROBLEMAS?



VAMOS RESOLVER 4 PROBLEMAS?

No dia 11 de outubro de 2009 realizaram-se eleições autárquicas e nessa data nasceu o Blogue Urbanização de Vale Mourão que se propunha falar das diferentes situações que em diferentes momentos preocupassem os cidadãos (Ver AQUI).

Referia então que na minha caixa de correio, tinha sido colocado um papel anónimo que reivindicava a “Construção de Jardim”, a “Construção de Parque Infantil”, “Arranjo dos Espaços (supostamente) Verdes” e a “Limpeza das Ruas” e se protestava contra a construção do “mamarracho” (destinado a Comércio) bem no centro da urbanização” e terminava apelando, esse papel anónimo, à “única forma de demonstrarmos o nosso descontentamento” que, segundo o desconhecido autor, seria através do voto.

Quatro anos são passados e não há Jardim, não há Parque Infantil, os Espaços continuam sem ser verdes, a limpeza das ruas lá se vai fazendo e o “mamarracho” passou a “mono” e, depois de amanhã (29 de setembro), vamos de novo a votos.

Das diferentes candidaturas que em 2013 se propõem gerir a autarquia em Sintra, todas dizem que agora é que é, que farão tudo e mais alguma coisa, mesmo os que foram eleitos e por lá andaram durante 4 anos e que vêm dizer que agora, agora sim, farão aquilo que não fizerem. Alguns, até se fizeram de “independentes” quando os Partidos a que pertenciam os não escolheram.

Todos tivemos oportunidade de ler os folhetos que nos colocaram nas nossas caixas de correio ou nos entregaram junto às paragens dos transportes públicos ou, ainda, as mensagens que nos chegaram via internet. Em nenhum desses escritos li qualquer explicação relacionada com as promessas eleitorais de 2009 que não foram cumpridas. Em nenhum desses escritos li (não quer dizer que não existam) um qualquer compromisso com a Urbanização de Vale Mourão. Até que ontem, na minha caixa de correio, estava um papel, que não era anónimo, dos candidatos à Junta de Freguesia de Rio de Mouro, em que se comprometiam:



Pela primeira vez, candidatos à Junta de Freguesia de Rio de Mouro, através de uma força politica, a CDU, são os únicos a considerar, não de forma abstrata, mas objetivamente, que a Urbanização de Vale Mourão tem 4 problemas que é necessário resolver. Nenhuma outra candidatura o afirmou com tanta assertividade.

Neste momento da minha intervenção e para que não subsistam dúvidas esclareço que não estou inscrito em nenhum Partido, mas isso não faz de mim um independente. Não sou independente. Perfilho uma ideologia e não abdico de exercer o direito de voto que durante muitos anos me (nos) foi negado.

O dilema (?) que se coloca aos moradores da Urbanização é o seguinte:

Votar em quem teve o poder durante 4 anos, na Câmara e na Junta, para resolver os problemas da Urbanização e não o fez?

OU

Votar em quem assumiu sem rodeios um compromisso com os moradores de Vale Mourão para resolver 4 dos problemas da Urbanização?


Faça a sua opção!

  VOTE BEM


terça-feira, 28 de maio de 2013

AUTARCAS DE RIO DE MOURO ACUSADOS





Segundo o “Cidade Viva”, jornal com notícias do concelho de Sintra, o Ministério Público “ (…) vem acusar 8 autarcas de Rio de Mouro (Filipe Santos, Carlos Pereira, Vítor Branquinho, Anabela Gonçalves, Ana Paula Duarte, João Alves, João Nunes e José Nunes), pela prática material do crime de peculato, em virtude terem recebido durante anos verbas para ajudas de custo, subsídio de transporte, pagamento de refeições, de combustível ou de portagens, ou pelo facto de terem recebido prendas de natal adquiridas com os dinheiros da junta. Mas para além de os acusar o MP solicita a devolução de mais de 68 mil euros, decorrendo também no Tribunal Administrativo de Sintra em curso processos para perda de mandato contra todos os arguidos acusados, conforme sanção estabelecida no artigo 29 da Lei 47/86 de 16 de julho de 1987.

O desenvolvimento desta notícia pode ser acedido AQUI.

Informação que se pode considerar relacionada com a notícia foi publicada pelo mesmo órgão de comunicação social em 25 de abril de 2011 e pode ser lida AQUI. 


terça-feira, 30 de abril de 2013

Goldman Sachs - DIABÓLICO!!!



Goldman Sachs - DIABÓLICO!!!

Sim, é diabólico, mesmo para quem não acredite no demo. É um documentário que dura cerca de uma hora (cinquenta e quatro minutos e cinquenta e nove segundos) mas que é imperioso ver por quem tenha um pouquinho de vontade em ver este mundo para além do que se vê.

Que vos sobeje tempo e sentimento para ver-ouvir-tremer.

"O Banco de investimento criado em Nova Iorque em 1868 conseguiu o seu sucesso e a sua reputação à base do silêncio a toda a prova. Goldman Sachs foi a instituição bancária que correu mundo a trabalhar em segredo. Mas hoje Goldman Sachs é acusado de ter ajudado os países como a Grécia a encobrir o seu deficit.

Um documentário que nos leva de Nova Iorque a Atenas, com paragens em Londres, Paris e Bruxelas."

Não deixem de ver e meditar. Isto explica a atual situação económica da Europa.

O Sr. António Borges, consultor do governo português para as privatizações, também aqui é referenciado.


GOLDMAN SACHS - O BANCO QUE DIRIGE O MUNDO / La Banque qui Dirige le Monde (2012) from fimda estrada on Vimeo.


Se preferir pode aceder a este documentário em www.vimeo.com/55744890

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Aos jovens da nossa Urbanização



PALAVRAS ATUAIS


Em 1984 (29 anos depois) as palavras de Zeca Afonso (o Dr. José Afonso) são de uma atualidade impressionante.

Se Zeca Afonso fosse vivo diríamos que tinham sido ditas agora mesmo.

O recordar agora este homem maior que lutou pela liberdade e que ajudou a construir a democracia é uma obrigação ética, passados que são 26 anos (23 de fevereiro de 1987) sobre a sua morte.

Para saber mais sobre o Zeca aceda AQUI



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

E os candidatos vão aparecendo…


E os candidatos vão aparecendo


Os candidatos à Câmara Municipal de Sintra já se vão posicionando na grelha de partida. As promessas (num 2013 sem dinheiro) também vão aparecer, tal como em eleições anteriores. E os munícipes lá se vão deixando embalar em sorrisos que, na sua maioria, se transformarão no futuro, depois de passada a euforia eleitoral, em mais sacrificios.

Pois… é a crise! Não há alternativa!, dizem. Mas… não há mesmo? Ou somos nós que não temos a coragem de procurar e apostar em novos caminhos? Caminhos de mudança real?

A primeira responsabilidade é do cidadão no momento em que vota. Não vale a pena vir, depois do mal feito, dizer que não se sabia, que se foi enganado. Que os políticos são todos iguais. Que nunca mais vai votar.

Primeiro, só se é enganado uma vez. Quem se deixa enganar politicamente mais que uma vez é parvo.

Segundo, os políticos não são todos iguais. Se não acreditarmos que ainda há gente honesta o que é que vale a pena? NADA.

Terceiro, se não votar outros decidirão por si. Quem não vota, porque desistiu, deixou de ter voto na matéria. Já perdeu, ao permitir que os seus vizinhos tomem conta da sua vida, porque a sua vida é condicionada pelas opções de voto.

Pense bem, já nas próximas eleições autárquicas, quando usar o direito de voto.

NOTA - Sobre este tema ver também AQUI e AQUI


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012