segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Poema para o meu neto




POEMA PARA O MEU NETO

Quando sorris para mim
Alegras meu coração;
És um ramo de jasmim,
És uma rosa em botão.

O teu sorriso, meu amor,
É o Sol da minha vida,
Dá-me luz, dá-me calor,
Consola minh’alma f’rida...

Esse riso cristalino
É uma fonte d’água pura,
É toque de violino,
È meu jardim de ventura.

Esse sorriso, bebé,
É meu doce predilecto;
E digo com muita fé:
Hás-de ser feliz, meu neto!

Nita
Novembro 2004

(Residente na Urbanização de Vale Mourão)



Abrimos esta recém-criada rubrica com um poema que nos fala de crianças (netos) e de idosos (avós) numa referência muito intimista.

Aguardamos o contributo poético dos moradores conforme foi divulgado AQUI.

Observação: As fotos são da responsabilidade deste Blogue

domingo, 29 de novembro de 2009

Mais de 6 anos para não obter uma resposta!



Corria o longínquo ano de 2002 quando um Condomínio, cuja garagem colectiva tem entrada e saída para a Rua Mário Dionísio, se queixou (em Junho) ao Gabinete de Apoio ao Munícipe da Câmara Municipal de Sintra (GAM) da perda de visibilidade quando as viaturas saiam da referida garagem porquanto se verificam estacionamentos indevidos.

Mais esclareceram o GAM que se já tinham verificado alguns acidentes, embora só com prejuízos materiais e, para obviar a situações mais graves, solicitavam a colocação de “lombas” na rua ou “pinos” nos passeios ou (em alternativa ou conjuntamente) um “espelho” que permitisse uma maior visibilidade.

Não tendo obtido qualquer resposta num período de tempo razoável (três anos) insistiram pela resposta a que se julgavam com direito em 2005, mais precisamente em Fevereiro.

Há cerca de um ano, em Setembro/ Outubro de 2008… continuavam sem receber, passados mais de seis anos sobre a apresentação do assunto, qualquer resposta.

Ignoramos se presentemente (2009) estes moradores já receberam a informação a que têm direito, mas que o GAM da Câmara Municipal de Sintra, pelo menos até 2008 ainda não tinha dado.

Também nos não queremos pronunciar sobre se as soluções propostas pelos moradores serão as melhores, mas do que não temos dúvidas é que não é este o procedimento correcto com que um serviço municipal se deve relacionar com os munícipes. Mais de 6 anos para não obter uma resposta. Qualquer resposta. Mesmo que negativa!

O vereador Lino Ramos detém (nesta data) o pelouro do “Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de Processos” que compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de processos.

Começa a ser o momento, passados que são 6 anos, de questionar o vereador sobre se considera um direito do munícipe obter uma resposta (qualquer resposta) sobre os assuntos que sejam colocados e, em caso afirmativo, como quero crer, exigir uma intervenção na gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe que são funções inerentes ao pelouro que lhe foi (a ele vereador) distribuído. Para que no futuro se não volte a repetir.


sábado, 28 de novembro de 2009

Junta de Rio de Mouro FECHADA



Transcrito do Portal da Junta de Freguesia de Rio de Mouro:


Informa-se de que a Junta de Freguesia de Rio de Mouro estará encerrada nos dias:

30 de Novembro de 2009

07 de Dezembro de 2009

24 de Dezembro de 2009

31 de Dezembro de 2009

As apresentações do IEFP marcadas para estes dias terão de ser feitas obrigatoriamente até às 16 horas no Centro de Emprego em Sintra.

Pergunta-se: PORQUÊ?


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Guia de Recursos



Em Dezembro de 2008 a Junta de Freguesia de Rio de Mouro elaborou e publicou um “Guia de Recursos” fruto do trabalho de uma Comissão Social.

Pretendeu a Comissão (e a Junta) que o documento relatasse todos os Serviços e Equipamentos existentes na Freguesia e, nalguns casos, muito poucos e muito específicos, de fora da Freguesia.

Não se trata de um documento acabado e inalterável. Antes pelo contrário. As indicações nele constantes podem já ter sido alteradas e, também, já existirem outros Serviços e Equipamentos. Em qualquer circunstância trata-se de uma iniciativa louvável a criação deste documento.

Porém, para que este trabalho tenha uma continuidade meritória, justificava-se a sua actualização anual e consequente divulgação, no mínimo, em suporte digital.

O Guia de Recursos (2008), em formato PDF, pode ser acedido AQUI.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Acordos e Desacordos autárquicos




Menos de dois meses após as últimas eleições autárquicas algumas alterações e manifestações politico partidárias, que julgamos relevantes, tiveram lugar no Concelho de Sintra.

A saber:

1 – O MPT – Movimento Partido da Terra – que integrou a candidatura aos órgãos autárquicos de Sintra na “Coligação Mais Sintra (PPD/PSD - CDS-PP – PPM - MPT)” veio denunciar o Acordo Autárquico celebrado por ocasião da Eleição dos Órgãos das Autarquias Locais com o PSD, o CDS e o PPM referente ao Município de Sintra em virtude do reiterado incumprimento dos termos políticos acordados entre as Partes, da responsabilidade, segundo o MPT, exclusiva do Presidente da Câmara Municipal de Sintra e da estrutura local do Partido Social Democrata.

2 – O CDS-PP rompeu com a “Coligação Mais Sintra (PPD/PSD - CDS-PP – PPM - MPT)” na freguesia de Algueirão – Mem Martins (Sintra) responsabilizando o PPD/PSD pela constituição de um executivo da Junta com 2 elementos da CDU e apenas 1 do CDS-PP e acusando-o (ao PPD/PSD) de falta de respeito e intolerância.

3 – Na freguesia de Rio de Mouro irão ser atribuídos à CDU 2 pelouros no Executivo e a Presidência da Mesa da Assembleia de Freguesia, acordo que viabilizará uma maioria governativa.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ampliação da Escola de Vale Mourão




Só hoje (e agora) tomámos conhecimento da Reunião da Assembleia Municipal de Sintra que terá lugar amanhã, dia 26 de Novembro, às 20,30 horas, no Palácio Municipal de Valença, em Sintra.

Nesta Assembleia podem intervir, desde que previamente inscritos, munícipes de Sintra.

Para os moradores de Vale Mourão esta Assembleia Municipal reveste-se de alguma importância porquanto irá votar a afectação de recursos para a ampliação da Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim-de-infância de Vale Mourão.

Sobre ensino e educação tivemos ocasião de emitir opinião sobre a mudança de local a que são obrigados os alunos que terminem o 1º Ciclo. (vide AQUI).

Impõe-se que a Associação de Pais, através dos seus representantes, que estarão certamente informados sobre a realização desta reunião, como lhes cabe, se tenham inscrito para intervirem e, na Reunião da Assembleia Municipal, intervenham.

Intervenham para, como o já fizeram, no passado, afixando panos no gradeamento da Escola com frases de alerta para a situação, insistirem na permanência no local dos alunos que terminem o 1º Ciclo. É o mínimo que pode e deve ser exigido a quem aceitou ser representante da Associação de Pais livremente e sem outra motivação que não seja a defesa dos superiores interesses das crianças.

Assim o espera a comunidade de Vale Mourão.


O Edital da Assembleia Municipal pode ser acedido AQUI


Estrada de Vale Mourão



A “Estrada de Vale Mourão” é assim denominada porque… atravessa o Vale Mourão.

Em Vale Mourão sabe-se ter existido desde o período paleolítico uma presença contínua de caçadores-recolectores.

Vale Mourão, assim designado desde pelo menos o século XIX era, no século XIV, conhecido como “Val Mourom” e mais tarde “Val Mouram”. Esta denominação (que significa Vale do Mouro) comprova a existência na zona de uma comunidade de árabes como, alias, em toda a região de Rio de Mouro e de Cacém.

O vocábulo Cacém (século XVI) supõe-se que seja uma derivação de “Qasim”, posteriormente “Kazem” e, já no século IX, “Kacem”

Como curiosidade adiante-se que a localidade de Cacém (freguesia a que também pertence a urbanização de Vale Mourão) pertencia a Rio de Mouro (freguesia onde se insere a maioria da urbanização) e só em 1953 foi decretada a unificação de Cacém e Agualva.

Voltando a Vale Mourão esclareça-se que as terras e casas abrangidas por esta localização eram pertença do Duque de Cadaval continuando a existir, ainda, casas e uma capela erigidas no local onde já funcionou uma escola de equitação e que se situa muito perto do entroncamento da Rua José Gomes Ferreira com a Estrada de Vale Mourão no sentido do cemitério do Cacém.


Fonte: “Agualva-Cacém e a sua história” de Ana Macedo e Sousa Teresa Mascarenhas, publicação da Junta de Freguesia de Agualva-Cacém.


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Perna partida ou corrimão, eis a questão


Voltamos a abordar as questões de segurança que terão motivado uma deslocação à urbanização, no passado mês de Setembro, dos Serviços do Departamento de Urbanismo da Câmara Municipal de Sintra com o objectivo de avaliar as situações relacionadas com a segurança de pessoas e bens que seriam consideradas prioritárias. (ver notícia AQUI).

Numa atitude que pretende ser colaborante passamos a referir uma situação que justifica um olhar atento da Junta de Freguesia de Rio de Mouro e, sobretudo, da Câmara Municipal de Sintra.


Na Rua Manuel da Fonseca, entre os edifícios com os números 13 e 15, mesmo pegado ao condomínio com o número 15, existem umas escadas íngremes que ligam esta rua com a Rua José Cardoso Pires e que, essencialmente, servem de acesso às garagens deste condomínio, porquanto não existe (sabe-se lá porquê!) acesso pelo interior.


Como se pode constatar no local (e nas fotos) não há qualquer barreira de protecção entre as escadas e o terreno lateral que pudesse, inclusive (e mais importante), servir de corrimão.

Como informação suplementar esclareça-se que o carreiro que se vê no terreno lateral às escadas também serve, por vezes, de pista para BTT (Bicicletas de Todo o Terreno).


A colocação de uma protecção / corrimão poderia evitar quedas com, no mínimo, eventuais fracturas, consubstanciadas em sofrimento e custos desnecessários e muito mais elevados para o erário público do que o custo de material e mão-de-obra do equipamento que comprovadamente se justifica implementar.
 

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Falta o resto!



Falta o resto!

Na sequência da notícia sobre uma Caixa de Comunicações abalroada no entroncamento da Rua Oliva Guerra com a Rua Sidónio Muralha, conforme pode ser lido AQUI, verificámos que a mesma foi recolocada no lugar, como é visível na foto.

Ignoramos que entidade providenciou a reparação em tão pouco tempo, mas, não obstante esta rápida diligência, não queremos deixar de continuar a alertar (como o fizemos na notícia inicial) para a necessidade de a Câmara Municipal de Sintra mandar colocar um “pilarete” em cada um dos acessos à Rua Oliva Guerra, impedindo fisicamente a circulação de veículos, como forma preventiva de obstar a que se não venham a verificar abalroamentos não só de Caixas de Comunicações como de pessoas. A saída directa dos edifícios para a rua (sem passeios) e a existência de um espaço para crianças que ali brincam quase diariamente são razões, mais do que suficientes, para que esta medida seja assumida.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. A ignorância das autoridades responsáveis e a falta de cooperação dos moradores não poderá, no futuro, ser evocada.


Rua Alda Nogueira


Alda Nogueira

Maria Alda Barbosa Nogueira natural de Lisboa, nasceu a 19 de Março de 1923, licenciada em Ciências Fisico-Quimicas tendo exercido docência nessa área.

Militante do Partido Comunista Português (PCP) desde 1942, preocupou-se desde muito cedo com a problemática da emancipação da mulher, daí o seu envolvimento no Movimento Democrático das Mulheres.

No final da década de 40, a sua actividade de resistência à ditadura levou-a à clandestinidade, durante a qual colaborou activamente na redacção do jornal "Avante!".

Em 1957 foi eleita para o Comité Central do PCP (até 1988) e, dois anos depois, foi presa pela PIDE, tendo cumprido nove anos de prisão.

Após o 25 de Abril integrou a Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP e a Comissão junto do Comité Central para os problemas e as lutas das mulheres.

Mulher notável, grande lutadora comunista, consagrou muito da sua vida desde a juventude, a esses ideais e à causa da Emancipação da Mulher, à luta da classe operária e aos ideais da Liberdade, da Democracia e do Socialismo.

Foi deputada à Assembleia Constituinte de 1975 e eleita para a Assembleia da República em 1976, onde permaneceu até 1986.

Para além de ter exercido o cargo de Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PCP durante 12 anos, integrou também várias comissões parlamentares.

Colabora no Suplemento “A Mulher” do Diário.

Publica os livros infantis escritos ou imaginados na prisão: “Viagem numa Gota de Água” e “Viagem numa Flor” e tem no prelo “As coisas também se zangam” com ilustrações de Ana Maria Cunhal.

Colabora nas “Mãos de Fada”, na revista “Modas & Bordados”, nas “Quatro Estações”, faz conferências sobre a mulher e a ciência.

Em 1988, Alda Nogueira foi condecorada com a Ordem da Liberdade e recebeu, em 1987, a Distinção de Honra do Movimento Democrático de Mulheres.

Morreu em 5 de Março de 1998, as suas cinzas foram lançadas à terra, como era seu desejo expresso, a 8 de Março de 1998


Busto de Alda Nogueira
 
QUERO-TE
 
Ao nosso amor
Com o bom e o mau que tem
Quero-lhe bem
 
À nossa flor
Filha de grito mudo
Quero-lhe tudo
 
A ti meu bem
Trazido com os vendavais
Quero-te mais
 
Maria Alda Nogueira
Prisão de Caxias, 24 de Maio de 1961

domingo, 22 de novembro de 2009

Reuniões públicas da Câmara



REUNIÕES ORDINÁRIAS PÚBLICAS

A intervenção dos munícipes é, mais do que um direito, um dever de cidadania.

Essa intervenção pode ser concretizada, também, através da participação nas reuniões ordinárias públicas da Câmara Municipal de Sintra que se realizam-se às 09h 30m no Palácio de Valenças nos anos, meses e dias abaixo referidos.

2009

Novembro - 25
Dezembro - 16

2010


Janeiro - 27
Fevereiro - 24
Março - 31
Abril - 28
Maio - 26
Junho - 30
Julho - 28
Agosto - 25
Setembro - 29
Outubro - 27
Novembro - 24
Dezembro – 22

A informação referida, que pode eventualmente ser alterada, não despensa a consulta à página electrónica da Câmara Municipal de Sintra.


Palácio de Valenças
Rua Visconde de Monserrate
2710 – 591 SINTRA

sábado, 21 de novembro de 2009

Poesia




Oh subalimentados do sonho! A Poesia é para comer!
Natália Correia


Esta nova rubrica, “Poesia”, ora criada, contemplará e divulgará os poetas, os poemas e as tertúlias poéticas da urbanização, do concelho, do Distrito, de Portugal, do Mundo… “se a tanto nos ajudar o engenho e a arte”.

Estamos disponíveis para divulgarmos os seus poemas, preferencialmente os dos moradores da urbanização, ou notícias sobre poesia que através do nosso endereço electrónico nos queira fazer chegar.

A comunhão de interesses dos moradores da urbanização pode (e deve) também passar pela cultura, na qual a poesia é um dos expoentes mais altos.

Com o seu nome ou com um pseudónimo e referindo (apenas) o nome da rua onde mora, envie-nos um seu poema. Pode, se o entender, juntar algumas notas sobre si, sobre a sua obra poética ou sobre o estado de espírito em que se encontrava quando escreveu o poema. Uma foto (paisagens, flores, pessoas…) pode ser um complemento valioso para acompanhar a sua poesia e enquadrá-la.

Contamos consigo!


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Direitos da Criança



ANIVERSÁRIO DA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA


Os direitos das crianças não se circunscrevem a uma rua, um bairro, uma freguesia, um Concelho, um Distrito, um País, um Continente. SÃO UNIVERSAIS!

Com a devida vénia transcrevemos do sítio da Câmara Municipal de Sintra o seguinte destaque:

O 20º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança vai ser comemorado em Sintra com a inauguração da exposição “Os nossos direitos – o nosso tesouro”, que terá lugar no dia 20 de Novembro 2009 (sexta-feira), pelas 14h30, na Escola Professor Agostinho da Silva, em Casal de Cambra.

A comemoração do aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança tem vindo a ser assinalada desde 2000 pela Câmara Municipal de Sintra e pelo Comité Português para a UNICEF.

Em 2008 iniciou-se uma nova fase deste Programa que contempla, para além das Instituições de Apoio à Infância, também e sobretudo, as Escolas como espaços privilegiados de abordagem das temáticas da Cidadania e dos Direitos.

Assim, o Programa está a ser desenvolvido em dois territórios: Casal de Cambra – Solami (IPSS) e Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva (as actividades iniciaram no ano lectivo 2008/2009) e Rio de Mouro – Centro Social Paroquial Rio de Mouro e Agrupamento de Escolas Padre Alberto Neto (a partir de Janeiro 2010).

Nesta exposição, que visa promover de forma lúdica, o conhecimento da Convenção sobre os Direitos da Criança e contribuir para o exercício de uma cidadania mais responsável e solidária, vão participar os alunos das turmas envolvidas nas actividades do referido Programa (1 turma do 2º ano do 1º ciclo e duas turmas do 6º ano do 2º ciclo).

NOTA: Os sublinhados são da nossa responsabilidade.


 
Declaração dos Direitos da Criança


1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.

2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.

3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.

4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e protecção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.

5º Princípio – A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.

6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a protecção dos pais, num ambiente de afecto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

8º Princípio – A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.

9º Princípio – A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.

10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Rua Fernando Piteira Santos

Fernando Piteira Santos
(n.1918 m. 1992)

Jornalista, político, historiador e professor universitário, nasceu na Amadora, no seio de uma família de fortes convicções republicanas, e aí frequentou o ensino primário e secundário.

Licenciou-se em ciências histórico-filosóficas na Universidade Clássica de Lisboa, local onde regressará como professor, entre 1974 e 1988.

Membro do Comité Central do PCP entre 1941 e 1950, ano em que foi expulso a pretexto de uma falsa acusação de delação. Antifascista, oposicionista activo, conheceu os cárceres da ditadura tendo sido preso por três vezes.

Aproximou-se então da Resistência Republicana e Socialista, e acabaria por partir para o exílio no Norte de África, após o fracassado assalto ao Quartel de Beja em 1962, do qual participou.
Em Argel, foi um dos membros fundadores da Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN), desenvolvendo um trabalho importante com o objectivo de criar um movimento unitário de oposição ao regime salazarista.

Nomeado em Maio de 1974 Director -Geral da Cultura Popular e Espectáculos, exerce o cargo apenas por um mês.

Criou e dirigiu os Centros Populares 25 de Abril e em 1977 acompanha a fundação da associação Fraternidade Operária, criada por destacados dirigentes e militantes do PS, entre os quais Lopes Cardoso e César Oliveira, descontentes com o rumo político tomado pelo partido.

Foi director do Diário de Lisboa entre 1975 e 1989.

Fonte: Centro de Documentação 25 de Abril


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sinalética perigosa porque contraditória


Já que puseram o sinal vertical de proibição de virar à esquerda, porque é que os sinais horizontais, ou seja, as setas brancas para a esquerda, não foram apagadas do chão? (parece que foram ligeiramente raspadas, mas continuam a se notar quase a 100%)!!

Este comentário colocado no Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” (AQUI) vem ao encontro das preocupações que só agora tornamos públicas considerando (a) que os acabamentos referentes às alterações se não fazem de um momento para o outro e (b) que o tempo chuvoso tem impedido que esses acabamentos se concretizem.

Não podemos, nem queremos, deixar de agradecer os comentários deste nosso vizinho que, não obstante a discordância com as alterações de trânsito efectuadas, manifesta uma preocupação responsável com a existência de sinalética contraditória e, consequentemente, propicia a eventuais acidentes.

É imprescindível que a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro intervenham com urgência na rápida solução desta anómala contraditória sinalética.

Esclarecemos que os textos que de alguma forma consideramos que podem vir a interessar, já à Câmara Municipal de Sintra, já às Juntas de Freguesia do Cacém e de Rio de Mouro, são remetidos, também, para estas entidades. Ignorância das autoridades responsáveis e falta de cooperação dos moradores não poderão, no futuro, ser evocados.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Rua José Cardoso Pires

José Augusto Neves Cardoso Pires

José Cardoso Pires, (2 de Outubro de 1925 — 26 de Outubro de 1998). Escritor português. Nasceu em São João do Peso, Vila de Rei, onde viveu até ir para Lisboa) com os seus pais. Passou grande parte da sua infância e adolescência na capital, onde frequentou o Liceu Camões e foi aluno de Rómulo de Carvalho. Mais tarde ingressou no curso de Matemáticas Superiores na Faculdade de Ciências de Lisboa, que não chegou a concluir.

A sua experiência da vida boémia, da rua e da noite, resultou num conhecimento que transpõe para alguns dos seus textos (p. exemplo "Alexandra Alpha"). Foi oficial da Marinha Mercante (embora por pouco tempo), e realizou esporadicamente trabalhos como jornalista e redactor de publicidade até se dedicar definitivamente à escrita. Foi colaborador de várias publicações entre as quais a revista "Almanaque", "Diário de Lisboa", "Gazeta Musical e de Todas as Artes" e revista "Afinidades".

Foi sepultado em 1998 no Cemitério dos Prazeres em Lisboa.

No âmbito do programa que evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca da Câmara Municipal de Lisboa produziu uma curta-metragem intitulada "Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" , realizada por António Cunha (director da Videoteca) cuja narrativa baseou no "Lisboa; Livro de Bordo", no qual José Cardoso Pires reflecte o seu intenso amor por Lisboa e que, nesta derradeira obra da sua vida, exalta de forma extraordinária e tantas vezes comovente.

"Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires" retira ao "Lisboa, Livro de Bordo" um conjunto de excertos que, seleccionados e "trabalhados" por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada "fotograma solto" se refere.





Livros

Os Caminheiros e Outros Contos (Contos), 1949
Histórias de Amor (Contos), 1952
O Anjo Ancorado (Novela), 1958
Cartilha do Marialva (Ensaio), 1960
O Render dos Heróis (Teatro), 1960
Jogos de Azar (Contos), 1963 ; 1993
O Hóspede de Job (Romance), 1963
O Delfim (Romance), 1968
Dinossauro Excelentíssimo (Sátira), 1972
E agora, José ? (Ensaio), 1977
O Burro em Pé (Contos), 1979
Corpo-Delito na Sala de Espelhos, 1980
Balada da Praia dos Cães (Romance), 1982
Alexandra Alpha (Romance), 1987
A República dos Corvos (Contos), 1988
Cardoso Pires por Cardoso Pires (Crónicas), 1991
A Cavalo no Diabo (Crónicas), 1994
De Profundis, Valsa Lenta (Crónicas), 1997
Lisboa, Livro de Bordo (Crónicas), 1997
Lavagante, editado em 2008

Filmes

Algumas das suas obras foram adaptadas ao cinema:

Balada da Praia dos Cães, realização de José Fonseca e Costa (1987)
Casino Oceano, realização de Lauro António (1983)
O Delfim, realização de Fernando Lopes (2001)
A Rapariga dos Fósforos, realização de Luís Galvão Teles (1978)
Ritual dos Pequenos Vampiros, realização de Eduardo Geada (1984)

Teatro

Algumas das suas obras foram também levadas à cena.

O Render dos Heróis (1960)
Corpo Delito na Sala de Espelhos

e ao Teatro Radiofónico, como "Uma simples flor nos teus cabelos claros" (EN) e "Balada da Praia dos Cães" (folhetim EN)

Prémios

Prémios ao autor

Prémio Internacional União Latina, Roma, 1991
Astrolábio de Ouro do Prémio Internacional Ultimo Novecento, Pisa, 1992
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1994
Prémio Bordalo de Literatura da Casa da Imprensa, 1997
Prémio Pessoa, 1997
Grande Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, 1998

Prémios às obras

Prémio Camilo Castelo Branco, pelaa Sociedade Portuguesa de Escritores, 1964 (O Hóspede de Job)
Grande Prémio de Romance e Novela, pela Associação Portuguesa de Escritores, 1982 (Balada da Praia dos Cães)
Prémio Especial da Associação dos Críticos do Brasil, São Paulo, 1988 (Alexandra Alpha)
Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)
Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, 1997 (De Profundis, Valsa Lenta)

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires

No âmbito do programa com que a Câmara Municipal de Lisboa evocou o 10º aniversário da morte de José Cardoso Pires (1998 – 2008) a Videoteca Municipal produziu este filme cuja narrativa baseou no “Lisboa; Livro de Bordo”, onde o autor reflecte o seu intenso amor por Lisboa, que nesta derradeira obra da sua vida exalta de forma extraordinária e comovente.

“Fotogramas Soltos das Lisboas de Cardoso Pires” retira ao “Lisboa, Livro de Bordo” um conjunto de excertos que, seleccionados e “trabalhados” por Inês Pedrosa e António Cunha, se arrumam depois nesta sequência, lidos por alguns dos muitos Amigos do Escritor: Lídia Jorge, Carlos do Carmo, Pedro Támen, Manuel Alegre, Camané, Ana e Rita Cardoso Pires, Maria Lúcia Lepecki, Inês Pedrosa, Rui Zink, Fernando Lopes e João Lobo Antunes integrados na paisagem urbana a que cada “fotograma solto” se refere.



Fotogramas soltos das Lisboas de Cardoso Pires from Videoteca Municipal de Lisboa on Vimeo.

PRODUÇÃO Videoteca Municipal CONCEPÇÃO e REALIZAÇÃO António Cunha DIRECÇÃO de FOTOGRAFIA e MONTAGEM Miguel Pité DIRECÇÃO de PRODUÇÃO Inês Sapeta Dias e Carlos Coelho IMAGENS ADICIONAIS Fernando Carrilho e Carlos Coelho STEADYCAM Ricardo Vale SOM DIRECTO Vitor Mota APOIO à PRODUÇÃO Joaquim Mendes - Luisa Jorge - Fernando Carrilho GRAFISMOS Fátima Rocha PESQUISA de IMAGENS ADICIONAIS Luisa Jorge SELECÇÃO e TRATAMENTO de TEXTOS Inês Pedrosa e António Cunha

Saiba mais sobre José Cardoso Pires AQUI e AQUI

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?



O semanário “Expresso” de 14 de Novembro de 2009, faz, na primeira página, uma chamada de atenção para o artigo publicado a páginas 19, com o título “Gripe A: metade recusa vacinar-se”.

Realçamos as palavras do Presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública: “Tenho a percepção de que a vacina está na pior situação possível. As pessoas que podem ser vacinadas não querem e as que não deviam ser imunizadas procuram a vacina a todo o custo

Sobre esta questão (recusa à vacina) já o Blogue da “Urbanização de Vale Mourão” emitiu opinião que pode ser lida AQUI e divulgou uma curiosidade a que também pode aceder AQUI.

Talvez, talvez, perante esta situação concreta a Direcção Geral de Saúde fez sair uma nova Circular Normativa (ver AQUI) que abre, essencialmente às crianças saudáveis, o direito a vacinarem-se se, dizemos nós, os pais (ou tutores legais) o autorizarem.

Será que ainda iremos ter vacinas a mais?

Procuraremos continuar a informar, sem preconceitos, o evoluir desta gripe A (ex-gripe suína).



Informação OFICIAL sobre a Gripe A pode ser obtida no Portal da Direcção Geral de Saúde AQUI.

domingo, 15 de novembro de 2009

Praceta António Gedeão


Rómulo Vasco da Gama de Carvalho (Lisboa, 24 de Novembro de 1906 — Lisboa, 19 de Fevereiro de 1997),português, foi um professor de Físico-Química do liceu , pedagogo, investigador de História da ciência em Portugal, divulgador da ciência e poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.

"Pedra Filosofal" e "Lágrima de Preta" são dois dos seus mais célebres poemas.

Académico efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e Director do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. O dia do seu nascimento foi, em 1997, adoptado em Portugal como Dia Nacional da Cultura Científica.




Principais publicações

História da ciência e da educação

"Ausência de Descartes". Gazeta de Física. 2,4(1950)107-108.
"No primeiro centenário de Lorentz". Gazeta de Física. 2,10(1953)275-278, .
Ferreira da Silva, Homem de Ciência e de Pensamento 1853-1923. Porto, 1953.
"A pretensa descoberta da lei das acções magnéticas por Dalla Bella em 1781 na Universidade de Coimbra". Coimbra, 1954. Sep. Revista Filosófica, vol. 4, fasc. 11,
Portugal nas ‘Philosophical Transactions’ nos séculos XVII e XVIII. Coimbra, 1956. Sep. Revista Filosófica, 15-16.
"Albert Einstein (1879-1955)". Gazeta de Física. 3,4(1956)89-96.
"Joaquim José dos Reis, construtor das máquinas de física do Museu Pombalino da Universidade de Coimbra". Vértice. 177(1958).
História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa [1765-1772]. Coimbra, 1959.
"Posição histórica de invenção do nónio de Pedro Nunes". Palestra. 4(1960).
"Homenagem a Pascal, 3º centenário". Palestra. 16(1962)21-37.
"Apontamentos sobre Martinho de Mendonça de Pina e de Proença [1693-1742]". Ocidente. 56(1963)5-36.
"Leonis de Pina e Mendonça, Matemático Português do Século XVIII". Ocidente. 66(1964)170-175.
"Breve desenho de educação de um menino Nobre". Palestra. 24(1965)40-44.
Relações científicas do astrónomo francês Joseph-Nicolas de L’Isle com Portugal. Coimbra, 1967.
História do Gabinete de Física da Universidade de Coimbra [1772-1790] desde a sua fundação em 1772 até ao Jubileu do Prof. Giovani António Dalla Bella. Coimbra, 1978.
Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII. Lisboa, 1979.
A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX. Lisboa, 1981.
A Física Experimental em Portugal no Sécu1o XVIII. Lisboa, 1982.
A Astronomia em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1985.
"A Fisica na Reforma Pombalina". in História e Desenvolvimento da Ciência em Portugal. Lisboa, 1986. pp. 143-168.
História do Ensino em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao fim do regime de Salazar-Caetano. Lisboa, 1986.
A História Natural em Portugal no Século XVIII. Lisboa, 1987.
D. João Carlos de Bragança, 2 duque de Lafões fundador da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1987.
História dos balões. Lisboa: Relógio d'água, 1991.
O material didáctico dos séculos XVIII e XIX do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 1993.
O material etnográfico do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa, 2000.

Poesia

1956 - Movimento Perpétuo
1958 - Teatro do Mundo
1959 - Declaração de Amor
1961 - Máquina de Fogo
1964 - Poesias Completas
1967 - Linhas de Força
1980 - Soneto
1982 - Poema para Galileu
1984 - Poemas Póstumos
1985 - Poemas dos textos
1990 - Novos Poemas Póstumos

Ficção

1942 - Bárbara Ruiva (1ª edição: Abril 2009)
1973 - A poltrona e outras novelas

Teatro

1978 - RTX 78/24
1981 - História Breve da Lua

Ensaio

1965 - O Sentimento Científico em Bocage
1975 - Ay Flores, Ay flores do verde pino

Transcrito de “Wikipédia, a enciclopédia livre

Saber mais em AQUI

Fala do Homem Nascido
Poema: António Gedeão * Música: José Niza

sábado, 14 de novembro de 2009

Em memória das vítimas da estrada



Programa das comemorações
Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

15 de Novembro 2009

14H30 – Concentração junto aos Paços do Concelho, em Sintra

14H45 – Início de marcha lenta até ao Palácio Valenças

15H15 – Cerimónia alusiva ao Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

- Preparação de um Memorial em Homenagem às Vítimas da Estrada – Os participantes terão a oportunidade de colocar, num mural disponível à entrada do Palácio, algo de valor simbólico que recorde o seu ente querido (foto, poema, carta, etc.). Todos os materiais aí colocados ficarão guardados na sede da Associação “A Nossa Âncora” até à concretização do memorial definitivo.

- Minuto de silêncio em memória das vítimas mortais

No mesmo local, decorrerão mais algumas iniciativas assinalando o dia.

16h15 – Sessão solene na Sala Nau do Palácio Valenças Com a participação de representantes da Câmara Municipal de Sintra, da Estrada Viva – Liga Contra o Trauma, e outras entidades do Concelho.

17H30 – Encerramento das comemorações.


Informação mais detalhada pode ser acedida AQUI


Atribuição de Pelouros 2009 - 2013


Por DESPACHO Nº 66 D – P/2009 de 2 de Novembro de 2009 foi feita Delegação e subdelegação de competências tendo ficado como se segue a

ATRIBUIÇÃO DE PELOUROS 2009 - 2013


Presidente FERNANDO Jorge Loureiro Roboredo SEARA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Planeamento Urbano e Departamento de Urbanismo
Departamento de Recursos Humanos
Departamento de Fiscalização e Polícia Municipal
Departamento de Cultura
Serviço Municipal de Protecção Civil

Vereador e Vice-Presidente MARCO Paulo Caldeira de ALMEIDA
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Ambiente e Intervenção Local
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Ambiente e Intervenção Local.

Divisão de Educação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Educação.

Divisão de Juventude
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Juventude.

Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio às Políticas de Resíduos Sólidos Urbanos.

Relações com as Freguesias
Compreende a prática dos actos materiais respeitantes ao apoio e enquadramento do relacionamento com as diversas Freguesias abrangidas pela circunscrição territorial do Município.


Vereadora ANA Isabel Neves DUARTE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão Administrativa-Financeira
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão Administrativa-Financeira.

Divisão de Planeamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Planeamento.

Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Licenciamento das Actividades Económicas.

Divisão de Aprovisionamento
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Aprovisionamento.

Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Assuntos Metropolitanos e Comunitários.

Gabinete de Coordenação de Participações Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Coordenação de Participações Municipais.

Gabinete Médico-Veterinário
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete Médico-Veterinário.


Vereador José LINO Fonseca RAMOS
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Assuntos Jurídicos, Assuntos Administrativos e Notariado e de Execuções Fiscais e Contra-Ordenações.

Departamento de Modernização Administrativa
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções das Divisões de Informática, Redes e Comunicações e Modernização Administrativa.

Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de Processos
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controle de processos.

Divisão de Desporto
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Desporto.

Divisão de Turismo
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Turismo.


Vereador LUÍS José Vieira DUQUE
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Obras Municipais
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Departamento de Obras Municipais.

Casa das Selecções
Compreende a prática dos actos tendentes à concretização da implantação da Casa das Selecções na circunscrição do Município de Sintra.


Vereadora Maria PAULA Gomes Pinto SIMÕES
Coligação Mais Sintra (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT)

Divisão de Saúde e Acção Social
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Saúde e Acção Social.

Divisão de Habitação
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Habitação.

Políticas da Família e Inclusão Social
Compreende a prática dos actos respeitantes às temáticas da família e da inclusão social.


Vereadora Ana Gomes
(PS)

Sem pelouros


Vereador Domingos Linhares Quintas
(PS)

Sem pelouros



Vereadora Ana Queiroz do Vale
(PS)

Sem pelouros


Vereador Eduardo Quinta Nova
(PS)

Sem pelouros


Vereador José Manuel Costa BAPTISTA ALVES
Coligação Democrática Unitária (PCP, PEV)

Divisão de Mercados
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções da Divisão de Mercados.

Serviço Municipal de Informação ao Consumidor
Compreende a prática dos actos administrativos e a gestão das matérias que constituem funções do Serviço Municipal de Informação ao Consumidor.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Rua José Régio

José Régio

José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde, 17 de Setembro de 1901 — Vila do Conde, 22 de Dezembro de 1969) foi um escritor português, que viveu grande parte da sua vida na cidade de Portalegre (de 1928 a 1967). É irmão de Júlio Maria dos Reis Pereira (pintor, poeta e engenheiro).

Biografia

José Régio, pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira, é um escritor português, natural de Vila do Conde, e o seu nascimento data de 1901. Em Vila do Conde, terra onde viveu até acabar o quinto ano do liceu, publicou os seus primeiros poemas nos jornais, O Democrático e República.

Aos dezoito anos, José Régio, foi para Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica (1925), com a tese As Correntes e As Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa. Esta tese na época não teve muito sucesso, uma vez que valorizava poetas quase desconhecidos na altura, como Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro; mas, em 1941, foi publicada com o título Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa.

Em 1927, com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, fundou a revista Presença, que veio a ser publicada, irregularmente, durante treze anos. Esta revista veio a marcar o segundo modernismo português, que teve como principal impulsionador e ideólogo, José Régio. Este, também escreveu em jornais como Seara Nova, Ler, O Comércio do Porto e o Diário de Notícias. Foi neste mesmo ano que José Régio começou a leccionar num liceu no Porto, até 1928, pois a partir desse ano, passou a leccionar em Portalegre, onde esteve mais do que trinta anos. Em 1966, Régio voltou para Vila do Conde, onde veio a morrer em 1969.

José Régio teve durante a sua vida uma participação activa na vida pública, mantendo-se fiel aos seus ideais socialistas, apesar do regime autoritário de então, e também, seguindo os gostos do irmão, Júlio Saul Dias, expressou o seu amor pelas artes plásticas, ilustrando um dos seus livros.

Como escritor, José Régio, dedicou-se ao ensaio, à poesia, ao texto dramático e à prosa. Reflectindo durante toda a sua obra problemas relativos ao conflito entre Deus e o Homem, o indivíduo e a sociedade. Usando sempre um tom psicologista e misticista, analisando a problemática da solidão e das relações humanas, ao mesmo tempo que levava a cabo uma auto-análise.

José Régio é considerado um dos grandes vultos da moderna literatura portuguesa, e recebeu em 1966, o Prémio Diário de Notícias e, em 1970, o Prémio Nacional da Poesia. Hoje em dia, as suas casas em Vila do Conde e em Portalegre são casas museu.

Obras publicadas

Poesia

1925 - Poemas de Deus e do Diabo.
1929 - Biografia.
1935 - As Encruzilhadas de Deus.
1945 - Fado (1941), Mas Deus é Grande.
1954 - A Chaga do Lado.
1961 - Filho do Homem.
1968 - Cântico Suspenso.
1970 - Música Ligeira.
1971 - Colheita da Tarde.
.... - Poema para a minha mãe

Ficção

1934 - Jogo da Cabra-Cega.
1941 - Davam Grandes Passeios aos Domingos.
1942 - O Príncipe com Orelhas de Burro.
1945 a 1966 – A Velha Casa.
1946 - Histórias de Mulheres.
1962 - Há Mais Mundos.

Ensaio

1936 - Críticas e Criticados.
1938 - António Botto e o Amor.
1940 - Em Torno da Expressão Artística.
1952 - As Correntes e as Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa.
1964 - Ensaios de Interpretação Crítica.
1967 - Três Ensaios sobre Arte.
1977 - Páginas de Doutrina e Crítica da Presença.

Teatro

1949 - Jacob e o Anjo.
1958 - Benilde ou a Virgem-Mãe.
1948 - El-Rei Sebastião.
1957 - A Salvação do Mundo.
1950 - Três Peças em Um Acto.





Museu José Régio


A Casa Museu José Régio em Portalegre foi instalada naquela que foi a habitação de José Régio durante 34 anos.

Quando José Régio foi colocado no Liceu Mouzinho da Silveira, em Portalegre, na casa funcionava uma pensão, onde se hospedou.

Data dos finais do século XVII e terá sido um anexo do Convento de São Brás, do qual ainda existem alguns vestígios, nomeadamente da capela. Também serviu como quartel-general aquando das guerras peninsulares e muito mais tarde pensão 21.

José Régio arrendou um humilde quarto e à medida que a necessidade de espaço aumentava com a ampliação constante da sua colecção, ia arrendando as outras dependências da casa, até que se transformou em hóspede único.

Em 1965 vende a sua colecção à Câmara Municipal de Portalegre com a condição desta adquirir a casa, restaurar e transformar em Museu. Ficaria com o usufruto e só a sua morte este passaria para a Câmara. Tal não aconteceu, pois José Régio morre a 22 de Dezembro de 1969 e o Museu só veio a abrir a 23 de Maio de 1971.

Mas antes de morrer ele voltou para a sua terra Natal, Vila do Conde, e também conseguiu abrir um museu na sua própria casa, por isso o museu chama-se agora Casa de José Régio.

Colecções

As colecções estão distribuídas por 17 salas de exposição permanente e por uma sala de reservas, em dois pisos.

Colecções expostas

Escultura
Pintura
Faiança
Mobiliário
Metais
Têxteis
Registos
Reserva
Escultura
Faiança
Numismática/medalhística
Registos
Trabalhos pastoris (marcadores de pão e bolos, cornas, polvorinhos, chavelhas e colheres)
Ferros forjados

Além deste espólio, a Casa Museu possui um variado acervo literário dividido entre a própria casa, as reservas e o centro de estudos.

Este espólio resultou do gosto, de José Régio pelas antiguidades pelo coleccionismo que segundo diz, nasceu-lhe cedo por influência do seu avô. Mas foi no Alentejo que se ampliou e desenvolveu.

A região era fértil e rapidamente se espalhou que havia um professor de Liceu que gostava e comprava coisas velhas. Começou por ser um passatempo, uma mania, mas depressa se transforma numa actividade regular, num vício.

Compra, vende e troca. Tinha épocas. A dos pratos: os "ratinhos" – uma faiança popular de Coimbra, trazida por migrantes que vinham ceifar ao Alentejo e no final das fegas os trocavam por roupas e tecidos, os de Estremoz, de Miragaia, de Fervença... Os estanhos, os cobres, e na cozinha os ferros forjados e outras curiosidades do artesanato alentejano – marcadores de pão e bolos, as pintadeiras, dedeiras ou canudos e os trabalhos em chifre como as cornas e os polvorinhos.

E não podemos deixar de referir a colecção de arte sacra. Os Cristos, a sua grande colecção, nas mais diversas apresentações e representações são, essencialmente, em madeira e de arte popular. Feitos por quem tinha um certo jeito, faziam parte do enxoval das noivas, em tempos idos no Alentejo.

Textos transcritos de “Wikipédia, a enciclopédia livre

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Quem é responsável?


Foto 1
As questões de segurança, entendidas na maior amplitude do termo, são importantes para os moradores da urbanização (e não só!) pelo que a elas nos referiremos frequentes vezes.

Muitas (?) vezes são situações que os poderes públicos podem facilmente resolver, sem, contudo, desresponsabilizar as pessoas pelo não cumprimento de normas essenciais, inclusive as do bom senso, que alguns dos os cidadãos que acedem à Rua Oliva Guerra (Foto 1) não têm.


Foto 2

Nessa rua foi abalroada ontem (2009-11-10), tanto quanto consta por uma viatura, uma Caixa de Comunicações (Foto 2). Acrescente-se que também não consta tratar-se de uma viatura em serviço de emergência.
 

Foto 3
 
Como se pode ver no local (Foto 3) o passeio com acesso à Rua Oliva Guerra não está rebaixado o que por si só significaria que aos veículos não é permitida a passagem.
 
 

Foto 4
 
Mas, se o não rebaixamento do passeio não fosse em si mesmo um alerta suficiente, encontra-se colocado em cada uma das entradas de acesso à rua um sinal de trânsito (Foto 4) bastante visível.
 
Será legítima, coerente, correcta, a proibição de trânsito automóvel na nessa rua?
 
A resposta é totalmente afirmativa porque:


Foto 5
 
1 – Existe no local um espaço (Foto 5), num dos prédios, para crianças sensivelmente entre os 3 e os 12 anos que, diariamente brincam e jogam na rua (onde teoricamente não passam carros) e também num recinto fechado;
 

Foto 6
 
2 – Todas as portas dos prédios dão acesso directo à rua (Foto 6) sem qualquer protecção, nomeadamente a de um passeio, o que por si só justificaria a proibição de circulação automóvel.
 
 

Foto 7
 
A falta de civismo de alguns obrigará e justificará que a Câmara Municipal de Sintra coloque um “pilarete” (Foto 7) em cada um dos acessos à Rua Oliva Guerra, impedindo fisicamente a circulação de veículos, como forma preventiva de obstar a que se não venham a verificar abalroamentos, agora de pessoas, ao invés de Caixas de Comunicações.
 

Foto 8
 
O acesso a veículos em serviço de emergência poderia manter-se através da circulação na via do lado oposto às entradas dos prédios (Foto 8).
 
Infelizmente a falta de civismo justifica assumir medidas que não deveria ser necessário implementar.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Rua Ruy Belo



Ruy de Moura Belo (São João da Ribeira, Rio Maior, 27 de Fevereiro de 1933 Queluz, 8 de Agosto de 1978) foi um poeta e ensaísta português.
Em 1951 entrou para a Universidade de Coimbra como aluno de Direito e tornou-se membro da Opus Dei. Concluiu o Curso de Direito em Lisboa, em 1956, ano em que partiu para Roma, doutorando-se em Direito Canónico pela Universidade S. Tomás de Aquino (Angelicum), dois anos depois, com uma tese intitulada «Ficção Literária e Censura Eclesiástica».

Regressado a Portugal trabalhou no campo editorial e em 1961 entrou na Faculdade de Letras de Lisboa, recebendo uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para investigação, abandonou a Opus Dei e foi leitor de Português em Madrid entre 1971 e 1977.

Exerceu, ainda que brevemente, um cargo de director-adjunto no então ministério da Educação Nacional, mas o seu relacionamento com opositores ao regime da época, a participação na greve académica de 1962 e a sua candidatura a deputado, em 1969, pelas listas da Comissão Eleitoral de Unidade Democrática, levaram a que as suas actividades fossem vigiadas e condicionadas. Ocupou, ainda, um lugar de leitor de Português na Universidade de Madrid (1971-1977).

Regressado, então, a Portugal, foi-lhe recusada a possibilidade de leccionar na Faculdade de Letras de Lisboa, dando aulas na Escola Técnica do Cacém, no ensino nocturno. Em 1991 foi condecorado, a título póstumo, com o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Sant'iago da Espada.

Tendo sido, na sua passagem pela imprensa, director literário da Editorial Aster e chefe de redacção da revista Rumo, os seus primeiros livros de poesia foram Aquele Grande Rio Eufrates (1961) e O Problema da Habitação (1962). Às colectâneas de ensaios Poesia Nova (1961) e Na Senda da Poesia (1969), seguiram-se obras cuja temática se prende ao religioso e ao metafísico, sob a forma de interrogações acerca da existência. É o caso de Boca Bilingue (1966), Homem de Palavras(s) (1969), País Possível (1973, antologia), Transporte no Tempo (1973), A Margem da Alegria (1974), Toda a Terra (1976) e Despeço-me da Terra da Alegria (1977). O versilibrismo dos seus poemas conjuga-se com um domínio das técnicas poéticas tradicionais. A sua obra, organizada em três volumes sob o título Obra Poética de Ruy Belo, em 1981, foi, entretanto, alvo de revisitação crítica, sendo considerada uma das obras cimeiras, apesar da brevidade da vida do poeta, da poesia portuguesa contemporânea.

Apesar do curto período de actividade literária, Ruy Belo tornou-se um dos maiores poetas portugueses da segunda metade do século XX, tendo as suas obras sido reeditadas diversas vezes.
Destacou-se ainda pela tradução de autores como Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca.

Em 2001, publica-se Todos os Poemas



Obras poéticas

Aquele Grande Rio Eufrates (1961)
O Problema da Habitação (1962)
Boca Bilingue (1966)
Homem de Palavra(s) (1969)
Transporte no Tempo (1973)
País Possível (1973)
A Margem da Alegria (1974)
Toda a Terra (1976)
Despeço-me da Terra da Alegria (1978).

Em espanhol

Problema de la habitación, Ediciones Sequitur, Madrid, 2009. ISBN: 978-84-95363-50-3